Pepsi versus Coca-Cola: a batalha do século

Não é de hoje que a Pepsi tenta bater na Coca-Cola. A briga mais acirrada no mercado de refrigerantes ao redor do mundo está longe de ser branda. Enquanto a Coca-Cola sempre esteve por cima fazendo propagandas explorando a felicidade do seu consumidor, mais das vezes um adicto tresloucado, a sua rival mais adocicada faz comerciais provocativos. Fazendo isso, fica claro, ao longo dos últimos anos, de que a Pepsi sempre assumiu a segunda posição. Não sou especialista em propaganda, essa é a impressão que eu tenho, me corrijam se eu estiver errado.

Mas aqui no Brasil não é comum vermos a mesma tática dos comerciais gringos. Entretanto resolveram assumir a segunda posição também em terras brazucas. É o que fica claro com o slogan “Pode ser?”. Ele não foi inventado, é a pergunta mais corriqueira nos restaurantes e lanchonetes onde a Pepsi tem exclusividade: “Não temos Coca, pode ser Pepsi?” Ponto para os publicitários que estão se fazendo valer desse elemento pra tentar converter o “Pode ser?” negativo em algo positivo. É o que fica claro nas propagandas quando, aceitando a negativa da Coca, o possível cliente se surpreende com o produto.

Eu ainda não me surpreendi com o produto, apesar de consumí-lo sem pudor, mas já me peguei muitas vezes falando “pode ser” e, segundos depois, dando aquela risadinha básica de “é, esse comercial foi foda”.

httpv://www.youtube.com/watch?v=RjEbIqHpWNc

Mas também não é nova a tentativa da Pepsi associar essa escolha pelo seu produto a personagens famosos ou situações de sucesso. No tão badalado e disputado intervalo comercial do Superbowl, torneio de futebol americano mais expressivo do mundo e com uma audiência televisiva estratosférica, em 2004 a brincadeira sugere que Jimi Hendrix deixou o acordeon de lado e escolheu a guitarra por conta do sabor do seu refrigerante.

httpv://www.youtube.com/watch?v=ao6JntNIPHc

Mas o fato é que há mais de 100 anos as duas empresas vem brigando e é sempre nítido que a Pepsi sempre esteve em segundo. Um outro gráfico sugere a tentativa incessante da Pepsi em tentar fixar sua marca tal qual a Coca. Achei essa imagem no Brainstorm9.

A pergunta que fica é: e você, leitor, qual refrigerante prefere?

12 ideias sobre “Pepsi versus Coca-Cola: a batalha do século”

  1. Eu prefiro Coca. Mas não repudio a Pepsi.
    Mas, a Coca é tão boa em praticamente em tudo que faz, que eu esqueço que existe Pepsi.

    Aliás, no Brasil, somente em um estado a Pepsi ultrapassa a Coca em vendas, e é no Rio Grande do Sul. Vai entender…

    E aqui no Brasil nunca veremos campanhas publicitárias, de ambas, iguais as veiculadas nos EUA. Nunca. Infelizmente.

    1. Em 1950 a Pepsi era importada, dos Estados Unidos apenas por uma loja do Rio Grande do Sul. Em 1952 foi inaugurada em Porto Alegre a fábrica brasileira de refrigerantes Refrigerantes Sul Rio-Grandense S.A., propriedade de um imigrante português chamado Heitor Pires, que começou a produzir a Pepsi-Cola em Porto Alegre.

      Naquela época Heitor Pires investiu pesado em marketing, pintando as fachadas dos bares da cidade com o logotipo do refrigerante, usando a entrega em domicílio com caminhões identificados com a marca, e criando tampinhas de garrafa premiadas.

      Logo os gaúchos acreditavam que a bebida era um produto local. Desde este tempo a Pepsi vem liderando no RS.

      1. Sempre tomei Pepsi,aqui em Porto Alegre,dava de relho na Coca,tanto nos comerciais como no consumo.Lógico que hoje já é diferente,mas prefiro a Pepsi,a 1ª no RS.

  2. Acho que a única vez em que a Pepsi teve perto de desbancar a Coca, foi no lançamento da Pepsi Twist, em 2002/2003 se não me engano. Nem com o surgimento da Coca light lemon a ‘empolgação’ pela Twist diminuiu. Mas com o tempo a Twist perdeu força… até é encontrada nos supermercados ainda, mas não vejo mais ninguém comprando.

    Na época em que eu tomava refrigerante (bons tempos!!!), sempre dei preferência pela Coca, por achar a Pepsi muito doce. Só trocava a Coca pela Pepsi quando encontrava a ‘Pepsi X’, uma versão com ‘energético’ (acho que com cafeína extra).

  3. Se o restaurante não me respeita, tendo somente Pepshit em sua carta, ele precisa ser nota 1000 para que eu possa descontar os 990 pontos por não ter Coca-Cola e ainda achar que devo frequentar o local.

    A pergunta “pode ser” também me irrita profundamente. O fato de um estabelecimento sequer pensar que esse outro refrigerante de cola pode se equiparar a Coca a ponto de oferece-lo como substituto é um absurdo. Perceba que o fato de me irritar não significa fazer barraco ou me comportar feito algo ainda pior que o refrigerante de segunda em questão.

    Em geral, peço outra coisa para tomar (normalmente suco) e não vou mais ao local. Fazem mais de 7 meses que não como no Burger King devido ao fato. O McDonalds agradece acredito eu, mas damn, eu realmente gostava do BK.

    BTW, concordo com o uso do termo adicto, eu mesmo sei que sou um. Preciso tomar frequentemente pra regular a lenta.

  4. Sou um fanático consumista de Coca-Cola, porém, eles estão tentando entubar na gente esse valor absurdo que estão nas prateleiras pelo litro, portanto parti para a Pepsi, que agora me adaptei muito facilmente! Boicoto quem não dá valor ao meu dinheiro! Se todos fizessem isso os preços abaixariam.

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