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Bucaneiros: do arroz ao camarão, tudo perfeito!

Há tempos venho explorando mais a culinária do continente catarinense. Se o tempo que morei na Ilha de Santa Catarina foi suficiente para desbravar boa parte do que a gastronomia ilhoa tinha para oferecer, é em terra firme que tenho me surpreendido muito com a diferença de sabores e preços. As vezes encontramos pérolas como o Bucaneiros (ou Bucaneiro, como está na placa na entrada, o proprietário ainda não decidiu), que além de muito barato, oferece comida excelente e em boa quantidade para todos os apetites, do outro lado da baía norte.

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Costumo dizer que restaurantes precisam caprichar tanto numa lagosta quanto num simples pastel de camarão. Fazer com perfeição uma excelente carne e não deixar pra trás uma mera salada. Muita gente não liga pra isso, vai com sede ao pote no prato principal e esquece que está pagando por um almoço completo, onde tudo deve estar a contento, e a mesma grandiosidade de um principal ser refletida num mero arroz.

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O Bucaneiros tem isso. Os acompanhamentos dos principais pratos do restaurante são batatas fritas, salada, pirão de caldo de peixe e a figurinha carimbada do dia-a-dia, o arroz. Lá ele aparece em duas versões: o arroz branco simples e o arroz branco com alho. E por incrível que pareça toda vez que eu vou comer no Bucaneiro eu já começo a salivar pensando no arroz, mesmo antes de fazer a curva no Morro da Bina, antes mesmo de chegar em São Miguel.

Mas obviamente nem só de arroz se faz um restaurante, então vamos aos fatos.

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O couvert do Bucaneiros também é saboroso. Não deixe de experimentar estes pãezinhos que são servidos já na chegada, antes mesmo do pedido ser feito, acompanhados com um molho de maionese da casa. A salada é boa, também, mas domingo não é dia de salada!

O cardápio da casa é composto por uma seção de Aperitivos, onde você pode comer desde um camarão à milanesa, mariscos, lulas e peixe nos seus mais diversos preparos, além de uma seção de pratos principais à base de Camarão e Peixes. Também tem pratos com carne e frango para os que não comem ou não estejam a fim de frutos do mar, os famosos chatos de galocha que acompanham aventuras gastronômicas sem manjar dos paranauê.

Enquanto saboreava o couvert pedi uma caipirinha. Drinks não são o forte deles, ela estava ácida demais e muito forte, mesmo pra quem já está acostumado com o sabor da cachaça. Valeu pela ingestão exclusiva da cachaça que, segundo o manezinho, serve pra cortar o “veneno” dos frutos do mar.

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Como prato principal pedi o Linguado ao Molho de Camarão. Deveria ter pedido meia porção, este humilde prato serve nada menos que 4 pessoas famintas após uma prisão em uma solitária por três semanas. Peixe à milanesa bem fritinho e no ponto certo, casquinha crocante e com um delicioso e bem temperado molho de camarão por cima.

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Havia pedido também a Maionese de Camarão que embora estivesse no cardápio de saladas não agrada nutricionistas como tal, mas eu fiz a minha parte. Essa eu fui inteligente e pedi meia porção que seguramente serve duas pessoas nas mesmas condições famélicas.

Batatas cozidas na medida certa, com o mesmo molho de maionese caseira acima citado e camarões médios cozidos e crocantes, mesmo sem casca, pra manezinho nenhum botar defeito.

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Como se tudo isso ainda não bastasse pra empanzinar o vivente, um buffet com sobremesas típicas da nossa região, contendo doces e frutas era servido gratuitamente para todos os comensais. Provem o pudim de leite deles, é uma delícia!

A conta fechou por volta de R$130 e poderia ter sido bem mais em conta caso não tivéssemos pedido comida para um batalhão.

E a digestão foi feita vendo as escunas chegarem e partirem no trapiche desta praia, lotadas de pessoas que assim como nós estavam em busca de excelente comida.

Restaurante Bucaneiro

  • Endereço: Rua Brigadeiro Eduardo Gomes, s/n. Balneário de São Miguel, Biguaçu/SC.
  • Aceita cartões: sim
  • Estacionamento: Sim

Bernino: batata da Suíça para os “Alpes” palhocenses

Fiquei bastante impressionado ao chegar no Bernino. Primeiro porque o lugar em que está instalado é muito bonito e tem um conceito bacana. O Passeio Pedra Branca é um shopping a céu aberto com um mix de variedade comercial grande, onde você pode aliar um passeio com a família, gastronomia, compras e cultura, já que o lugar tem apresentações artísticas semanais. Todas as lojas ali contidas têm um conceito arquitetônico e funcional que se encaixam com o todo, não estão ali à esmo, como um shopping comum. Empreendimentos comerciais já estabelecidos e renomados na cidade estão ali pra comprar esse alto grau de qualidade que o Passeio propõe, como o Primavera Garden, o Supermercado Hippo entre outros.

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O Bernino também segue esse grau de conceito, tem uma arquitetura inspirada na Europa e traz até na logomarca as vertentes da sua razão de existir: os montes que representam a Bolívia, de onde origina seu principal ingrediente; a Suíça, berço da rõsti; e a Pedra Branca, onde está situado. O lugar é muito aconchegante, come-se com os olhos desde a decoração e tem um atendimento muito, mas muito gentil e simpático.

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O único “porém” do lugar é que parece ter nascido de 7 meses. Prematuro em todos os quesitos, como cardápio que ainda não estava pronto e chegou modificado aos 45 do segundo tempo na hora de escolher a sobremesa, ou o fato de não termos todos os ítens do menu disponíveis para pedido. Falta ainda um entrosamento entre os garçons e a cozinha, pedidos vêm errados (a batata rõsti de camarão se transformou num risotto de camarão e bechamel), a cerveja especial Coruja Extra Viva que têm uma temperatura de serviço não foi servida com um balde de gelo para manter-se saborosa, e mesmo depois de pedir  ao garçom acabou demorando pra chegar, ficou no balcão contemplando a belíssima arquitetura do restaurante por alguns minutos. Pratos vinham à mesa sem necessidade e alguns erros pontuais de serviço como este.

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De qualquer forma há uma grande diferença entre o erro e a persistência no erro. Tenho visto muitos restaurantes errarem do primeiro ao quinto, inclusive uns ali na própria Pedra Branca que já citei aqui, e mesmo após uma reclamação do cliente agirem como se fossem pombos jogando xadrez (joga errado, caga no tabuleiro e sai de peito estufado derrubando as peças achando que tá com razão). Se o Bernino ainda tem erros a serem consertados, e eu imagino que serão num curto espaço de tempo, há um elemento muito nítido e, de certa forma, recompensador: o esforço dos envolvidos. Cada membro da equipe reconhece o ponto negativo e se esforça para resolvê-lo de forma muito gentil, educada, altiva, elegante… Não há grosserias, assim como não parecem que estão fazendo por obrigação naquele linguajar irritante (Sim Sr., Não Sr., Talvez Sr., Vamos estar providenciando Sr.  ..), são queridos por natureza.

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Se o atendimento ainda é prematuro, a cozinha nasceu de 9 meses, parto normal e passa muito bem. Apesar de não ter o cardápio todo disponível ainda, e estarmos limitados a pedir Batata Rõsti e Risottos, gostei muito do que comi.

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Eu pedi a batata, claro, queria ir direto no cerne do restaurante. Veio conforme manda o figurino. Frita na medida, sem sobrar gordura, mesmo tendo o recheio um tanto quanto gorduroso (pedi a de Bacon com Requeijão). Crocante enquanto possa ser, gostosa do início ao fim. Veio rápida a comida, não demorou mais que 15 minutos para chegarem nossos pedidos.

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Experimentei também o risotto e fiquei bastante impressionado. Ingredientes muito bem escolhidos, não colocam qualquer coisa que fique escondida sobre o monte de arroz, pelo contrário. Tanto o de cogumelos quanto o de camarão vinham com bastantes ingredientes. O arroz estava no ponto, outra coisa que também é difícil acertar nos restaurantes que servem a iguaria. Não estava duro, mas também não estava molenga. Estava no ponto ideal de um bom risotto, al dent. Saboroso, é claro.

Encerramos a refeição com uma sobremesa pra lá de interessante: Doce mais Doce. Já diria a nossa poeta dos baixinhos: “Qual é o doce mais doce que o doce de batata doce?”

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É claro que é o doce de batata doce. Sem dúvida. Bolinhas de purê de batata doce camarelizadas no açúcar. Muito doce. Para paladares como o meu, sedentos por açúcar, que não permitem que uma sobremesa seja tudo que não doce.

O preço achei honesto. Parece de primeiro momento um pouco salgado, mas leva-se em conta todo o contexto do restaurante. O conceito Passeio Pedra Branca não é barato, vejo o lado do comerciante neste caso. Sustentabilidade ainda custa caro. A batata custou R$19, a cerveja cerca de R$25 e o risotto R$30. Um ponto interessante é que o restaurante não cobra 10% de serviço. Há uma pequena maquininha no balcão onde você dá a “caixinha” do pessoal, caso queira.

No fim das contas foi uma experiência muito interessante, e certamente voltarei lá pra ver o atendimento funcionando perfeitamente um dia.

Bernino Batata Gourmet

  • Passeio Pedra Branca. Cidade Sustentável Pedra Branca, Palhoça/SC.
  • Horário: de segunda à domingo, das 11h às 23h.
  • Aceita cartões: sim
  • Wifi: sim
  • Estacionamento: sim

Cervejaria Badenia: comida e cerveja alemã em Santo Amaro

Muita gente me pergunta como se pronuncia meu nome. Eu assino e falo Becher, assim como se escreve. Meu pai, uma geração mais próxima de entender o que realmente ocorre com meu nome, fica doido quando me vê falando assim, e bate o pé que pronuncia-se Becker e ponto final. Pouco sabemos da história desse nome, mas é sabido que em nossas veias corre um resquício de sangue alemão. A gastronomia desse lado da família foi italiana, herança da minha avó, cozinheira daquele lado. A dona Ubaldina fazia uma galinha com polenta como ninguém, e sabia muito bem agradar o velho Luiz e sua prole.

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Talvez por isso, como numa tentativa de resgate às origens, sinto tanta falta de comida alemã fora do Vale do Itajaí. Abundam-se em sushis e frutos do mar os restaurantes da capital dos catarinenses e pouco varia a gastronomia oferecida. Saindo da capital pela BR 282, o Corredor do Mercosul, logo em Santo Amaro já conseguimos comer algo germânico. Conheci recentemente a Cervejaria Badenia, uma cervejaria, como diz o nome, que alia a sua bebida com pratos oferecidos diariamente num lindo casarão à moda antiga.

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Chegando lá já quis experimentar as pratas da casa. E no lindo deck que dá para o campo aberto e com vista para os morros da região degustei uma poderosa cerveja Badische Weiss, fabricação própria, leve e refrescante. Outra, mais encorpada, a Munique Dunkel, chope escuro que também tive a oportunidade de experimentar e aprovar com aplausos.

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Para acompanhar as cervejas pedi uma Weisswurst (salsicha branca cozida) com mostarda doce e Laugenstange (um pão salgado típico da região do sul da Alemanha, segundo o cardápio). A salsicha bem saboroso combinou bem com o molho de mostarda doce, que aliás a primeira vez que experimentei, e aprovei. Já dava até pra dar por encerrado o almoço. Mas o post precisava ficar completo e fomos ao prato principal.

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Já na porta da cervejaria você sabe qual o prato do dia. Mas caso não se anime com ele, principalmente se estiver pensando comer coisas típicas alemãs e se deparar com um prato de truta, como foi o caso, tem um cardápio bem variado (sem ser cheio de frescuras e muito extenso) para atender ao seu gosto.

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Eu não escolhi o do dia, mas escolhi o da semana: Chucrute com batatas cozidas, linguiça defumada e carré suíno defumado (Kasseler). Tirando o chucrute, que não gostei muito (repolho e vinagre não são lá o melhor sabor do mundo), o prato estava dentro dos conformes. Mas não me emocionou, não me fez salivar. Talvez não seja imperícia da cozinha, eu só não gostei. Não era o meu preferido.

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Tive a oportunidade de experimentar o Peniertes Schnitzel (bife de lombo suíno à milanesa com massa caseira) e gostei muito mais. A massa caseira, ou spãtzle, já é uma das minhas favoritas desde quando a conheci no Alemão Batata, em Blumenau. O bife de lombo suíno é muito bom, por mais simples que seja, até porque não é algo que encontremos com facilidade por aqui. O Guilherme Schwinn, entusiasta da carne suína em seus projetos, que o diga.

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Caso você não queira almoçar ou jantar, a Badenia oferece um cardápio de petiscos para aproveitar o happy hour com os amigos enquanto experimenta as cervejas da casa.

Outra grande vantagem da Badenia é que, além de ter um excelente atendimento que não pecou em momento algum do serviço prestado, tem um custo bastante interessante. Cada prato custou cerca de R$20, ou seja, com R$60 comemos muito bem, contando com a entrada. As cervejas variam entre R$5 e R$7,50.

Fica a indicação pra vocês visitaram a Badenia, em Santo Amaro da Imperatriz.

Cervejaria Badenia

  • Endereço: Rua Leopoldo Broering, 3479. Santo Amaro da Imperatriz, SC.
  • Telefone: (48) 3245-8853
  • Aceita cartões: sim
  • Estacionamento: sim

Recanto dos Brunidores: polindo pedras e paladares

Fico entusiasmado quando um restaurante tem história pra contar. Não bastasse até pouco tempo o Recanto dos Brunidores ter sido liderado pelo chef Narbal Corrêa, considerado pelos seus colegas como o cozinheiro que mais conhece de frutos do mar de Florianópolis, o restaurante ostenta este nome porque está num terreno na beira do costão dos Ingleses do Rio Vermelho, ao lado de uma oficina lítica, um museu a céu aberto.

Oficina lítica
Oficina lítica

As oficinas líticas eram os locais onde os grupos pré-coloniais poliam seus objetos de pedra, geralmente utensílios. Para este polimento era utilizada a técnica de brunimento, por isso o nome do restaurante, onde utilizava-se de areia e água em atrito com a rocha (a oficina lítica propriamente dita). Em quase todo o costão sul da praia você pode notar pedras com marcas dos brunidores.

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Agora quem está no comando da cozinha do Recanto é o Nivaldo Souza. Assim como Narbal, é um exímio pescador e conhece as nuances do mar e dos pescados. Sempre que pode traz da própria pescaria os frutos do mar que serão servidos no restaurante. Esse é um detalhe muito importante do Recanto dos Brunidores: é um restaurante simples. Confortável e agradável porém sem muito luxo e requinte. A diferença está no que realmente importa, na comida. A matéria prima utilizada nos pratos é que fazem toda a diferença. Não só os frutos do mar saem da própria água dos Ingleses, como também contam com horta e aquário para a conservação dos ingredientes. Um legítimo membro do slow food no norte da Ilha de Santa Catarina.

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A visita que fiz no domingo ao Recanto dos Brunidores foi fantástica. Há tempos devia uma visita ao restaurante, não só pelo respeito que ele tem e que atiça quem gosta de comer bem, mas também por indicação de vários amigos e leitores (Oi, Ramila!). Mal rompia a aurora nos confins do firmamento, o prenúncio de um dia bonito na capital dos catarinenses me fez saltar da cama mais cedo para a visita. É fácil chegar lá: basta seguir na Estr. Dom João Becker, que dá acesso ao Sul dos Ingleses e que termina na subida para o Santinho e estacionar por ali. Entrando na praia, caminha-se por cerca de 10 minutos até o costão Sul onde está localizado o restaurante.

Mas vamos falar de comida? O cardápio é bem completo, tem praticamente uma opção para cada gosto. Oferece frutos do mar pra todos os paladares. Nas entradas, opções frias e quentes. Pedimos uma de cada.

Ostras Vivas
Ostras Vivas

Nas frias, escolhi as Ostras Vivas. Ostras in natura, sem adição de qualquer tempero, ainda vivas, servidas com pedaços de limão para temperar. Come-se na casca, como toda boa ostra. Mais frescas e saborosas impossível.

Lula à Dorê
Lula à Dorê

Nas quentes, optamos pela Lula à Dorê. Um clássico da culinária ilhoa e muito bem preparada pela cozinha do Nivaldo. Firmes porém macias e muito saborosas.

Camarões Rosa com Creme de Abóbora Seca e Gratinados
Camarões Rosa com Creme de Abóbora Seca e Gratinados

Eu estava com vontade de experimentar o camarão. Então para o prato principal fui de Camarões Rosa com Creme de Abóbora Seca e Gratinados. Este prato acompanha uma porção de arroz branco. Tudo muito simples mas muito bem preparado e temperado, do jeito que o manezinho gosta.

Garoupa e Camarão grelhado com purê de Taiá Trufado
Garoupa e Camarão grelhado com purê de Taiá Trufado

Experimentei também a Garoupa, Camarão Grelhado e Purê de Taiá Trufado. Esse é só mais um exemplo de que a grama do vizinho é mais verde, isso me ocorre com certa frequência, não desmerecendo o meu camarão rosa que estava delicioso também.

Polvo Crocante com Batatas ao Murro
Polvo Crocante com Batatas ao Murro

Deus-me-livre esquecer de citar o Polvo Crocante com Batatas ao Murro. Não comi, mas quem comeu o fez lambendo os beiços. E também manja muito de comida.

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A casa é bastante convidativa. O ambiente é arejado, tem vista para o mar e toda a praia dos Ingleses. Tem lugares muito confortáveis e recomenda-se uma reserva antes.

O atendimento foi perfeito. Trouxe tudo sempre corretamente, desde as bebidas, a atenção com os pedidos e a gentileza em servir-nos. Todos os pratos são preparados na hora e são servidos juntos. Vale a máxima que toda boa comida pode demorar um pouquinho pra ficar pronta.

O preço é equivalente ao que é servido. De primeiro momento achei um pouco salgado, mas no decorrer do serviço e, principalmente, na degustação, a dúvida foi-se junto com as ondas da linda praia que tinha como vista. As entradas, bebidas e a comida custaram cerca de R$95. A taxa de serviço é opcional.

Ademais, não há outra conclusão a não ser convidar você pra fazer este belíssimo passeio ao costão Sul dos Ingleses, conhecer as oficinas líticas e comer no Recanto dos Brunidores. É um programa que agrada toda a família e todos os paladares.

Recanto dos Brunidores

  • Endereço: Costão Sul da Praia dos Ingleses do Rio Vermelho. Florianópolis.
  • Telefone: (48) 9972-2143
  • Horário: De terça à domingo, almoço à partir das 12h e jantar das 18h. Recomenda-se fazer reservas.
  • Aceita cartões: não