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Tequilaville: onde não puderes amar, não jantes

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Se você é fã da Frida Kahlo ou a admira porque ela era uma grande pintora e teve uma história de vida e superação bastante motivantes, então deve saber que a frase “Onde não puderes amar, não te demores” é atribuída à mexicana. Ela não é, infelizmente, uma frase da Frida, embora ela seja uma grande verdade pra muitas coisas na vida, inclusive pra restaurantes. A vida é curta demais pra deixarmos nosso precioso tempo e dinheiro onde não pudermos ser amados.

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Estive semana passada no novo restaurante da Rota Gastronômica de Coqueiros, cada vez mais diversificada, conhecendo o novo filho da Chef Bel Hagemann, que também é responsável pelo sucesso do Boteco Zé Mané. E tudo o que pude concluir foi que eu não conhecia AINDA a comida mexicana. Sei que tal coisa só conseguirei indo ao México, mas me aproximei demais dos temperos e sabores que a culinária que o país da América do Norte pode oferecer, pois me senti livre dos guacamoles deveras picantes, dos tequileiros e mariachis fazendo fanfarronices e de um show de estereótipos étnicos que vê-se cá por estas bandas.

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O lugar é lindo. Decorado com elementos da cultura mexicana, faz menção à personagens icônicos do México e suas tradições, suas crenças e seu jeito de viver. Não está carregado, é bem iluminado porém aconchegante e passa longe, como disse anteriormente, de estereótipos chatos. Nas vidraças de fundo ou mesmo no espaço ao ar livre é possível ver o belo mar de Coqueiros afinal ele fica na beira da praia.

O atendimento foi impecável do início ao fim. A simpatia e a competência da Sherazad, quem nos atendeu toda a noite, foi incrível. A experiência que havia começado pelo lindo quadro da Frida Kahlo e terminou com excelente comida certamente teve nas mãos e nas explicações da Sherazad que conduziu tudo de forma muito tranquila, funcional e informativa.

Mas não tem jeito: é ela, a comida, sempre a personagem principal de uma experiência gastronômica. E a cada prato, a cada molho, a cada tempero, era mais e mais amor vindo da cozinha. Tanto que nos demoramos, tanto que poderíamos ter ficado ali pra sempre, experimentando cada prato do cardápio.

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O Tequilaville tem uma idéia interessante de entrada: o Couvert. O nome assim pode remeter a pães com molhos e patês mas neste cardápio ele tem uma função que ajuda no conjunto da obra. Ele é composto de Totopos (ou nachos) e de 8 molhos diferentes. Não vou listar todos, mas vai desde salsa picante, guacamole, chipotle até o famoso pico de gallo e outros molhos deliciosos. E a idéia é que este prato seja o primeiro pois seus molhos e temperos serão úteis em todo o restante da experiência,servindo para temperar e agregar sabor em qualquer coisa que você peça na sequência.

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Outra coisa interessante é que os molhos de pimenta são feitos na casa. Habanero ou Jalapeño, tem rótulo do restaurante e em breve também será vendido para quem quiser usá-lo nas suas refeições em casa.

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O cardápio também conta com uma boa atenção nas bebidas, servindo vários estilos de Margaritas e Coqueteles. Experimentei um que eu gostei bastante e que a minha amiga Michele pediu pelo nome: Michelada. Ele é feito de Cerveja Sol, sangrita (uma espécie de sangria apimentada), suco de limão e borda de sal. Uma delícia, jamais tomei um drink com cerveja desse jeito e achei bom demais.

Parêntese fechado, vamos aos pratos experimentados, e são muitos.

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De entrada eu pedi um Molote. Um bolinho frito de feito com massa de milho, recheado com purê de batatas, linguiça defumada e queijo fresco. Uma delícia!

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Experimentei também o Ceviche de Camarones y Sandia. Camarões frescos marinados no suco de limão com pedaços de melancia. Broto de milho doce e cebola roxa também deram o seu toque ao prato, que também estava muito gostoso. Jamais havia experimentado melancia, um elemento bastante doce, num ceviche e curti muito.

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Depois fui de Taco Al Pastor. Uma deliciosa tortilha de milho recheada com carne suína em finas lascas e abacaxi grelhados. Um primor de entrada, uma delícia de quitute. Leve, saborosa, fácil de comer e agradável ao paladar, misturando doce e salgado de forma perfeita.

Nota: daqui pra frente não tínhamos mais tanta fome. Ainda tinha algum espaço pra comida, mas se saíssemos de lá estaríamos bem, tranquilos, felizes. Mas não, nós não viemos ao mundo pra brincadeiras e estômago de blogueiro de gastronomia tá aí pra isso mesmo.

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Michele pediu um sanduíche e a mim foi dada a incumbência de comer a outra metade, e ele já veio dividido da cozinha facilitando as coisas. O Cemitas é feito com pão tradicional mexicano, carne à milanesa (rês, porco ou frango e a Michele escolheu porco), queijo fresco, cebola e abacate. O sanduíche é o único do cardápio, mas muito saboroso e bem servido. Bem servido mesmo, é gigante, bem recheado, chega a ser um desafio comê-lo sozinho.

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E eu então experimentei como prato principal a Costilla em Crosta de Chicharrón. E essa, meus amigos, foi a prova final do que digo no título: onde não puderes amar, não jantes. Esta costilla, ou melhor, esta costelinha de porco que é assada lentamente com uma crosta de torresmo, tem molho de ibisco e é acompanhada de abacaxi flambado na tequila, é amor traduzido em um prato. A costela desmancha na boca, a crosta é divina, o molho dá um toque adocicado e intrigante ao prato, o abacaxi assina embaixo a perfeição de comida que é. Chego ao fim deste parágrafo salivando muito, só de lembrar deste prato.

Nota 2: a partir daqui nós já estávamos muito satisfeitos, com o estômago e alma bem alimentados, prontos pra irmos embora. Mas é óbvio que não fomos. É lógico que a sobremesa chamou a atenção, é lógico que a Sherazad nos tentou falando do Leite Frito e ali ficamos. E ali mais uma vez fomos amados e bendizemos à Frida Kahlo.

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Este é o postre que mais me chamou a atenção no cardápio, a sobremesa que há tempos queria experimentar e nunca havia encontrado por aqui. O Leche Frito com Celaya é leite cozido à milanesa acompanhado de um sorvete (na casquinha, pra dar um charme!) de chocolate com pimenta. Dizer que é delícia vai parecer repetitivo, mas culpa não tenho se tudo o que experimentei estava muito gostoso, me deu vontade de voltar e me apaixonar pela casa?

Aliás, falar no cardápio, é importante ressaltar pra quem não está familiarizado com a cozinha mexicana mais tradicional (e menos comercial): a comida tem sim pimenta mas não é ardente, não é uma comida muito quente. Você pode ir adicionando pimenta de duas formas, como já expliquei no início: nos molhos da casa, feitos ali mesmo; nos molhos que acompanham o couvert, alguns deles — principalmente o chipotle — garantem a picância que alguns gostam. Mas você pode ir lá com suas restrições à pimenta e um garçom vai te orientar que a maioria dos pratos têm apenas pimentas aromáticas, que ingrediente comum em qualquer culinária, e você não vai passar mal por isso.

A nossa conta fechou em cerca de R$80 por pessoa, o que acabou sendo mais que barato por tudo o que comemos, bebemos, rimos e aprendemos com a casa. Experiência gastronômica que saiu quase de graça, enriquecedora e, principalmente, repleta de afeto. Te demores, no Tequilaville, porque vale a pena cada prato, cada minuto, cada carinho.

Tequilaville

  • Rua Desembargador Pedro Silva, 2019. Coqueiros, Florianópolis.
  • (48) 9647-0004
  • Aceita cartões

Almoço executivo e ostras no Centro Gastronômico Rita Maria

Fui conhecer o Centro Gastronômico Rita Maria esta semana. Como o nome enseja, não é um restaurante, um bistrô, um café ou um espaço gourmet. Demorou a acontecer mas quando finalmente a ficha caiu entendi a idéia do chef Narbal Corrêa: você pode comer tudo ali. Se há alguns dias atrás escrevi sobre um restaurante que servia churrasco 24 horas em Curitiba, agora enalteço este espaço que aberto fica das 9h da manhã até as 0h. Você pode tomar o seu café da manhã ou da tarde, pode almoçar e até jantar lá.

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Eu estive na hora do almoço e já na entrada vi as opções do Menu Executivo. Frango, bife; risoto para os vegetarianos e salada de entrada.

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Ainda nem havia escolhido e já recebi a salada na mesa, com um copo de suco de abacaxi bem geladinho. Gostaria que mais restaurantes fizessem isso. O cliente pode chegar morto de fome (ou se for sempre um morto de fome, meu caso) no seu restaurante que, mais das vezes, pode demorar um pouquinho pra preparar o seu almoço. É simpático recebê-lo já com algo que quebre o gelo e o buraco negro no estômago.

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Como um outro grande grupo havia pedido o bife grelhado, restaram frango e risoto vegetariano. E, me conhecendo o leitor, se eu disser que pedi um prato vegetariano justo na hora do almoço, causarei estranheza. Mas é que decidi além do menu executivo experimentar um prato feito próprio chef Narbal, que geralmente comanda as panelas no jantar onde serve à lá carte. Pedi o Ceviche de Ostras. Ir até o restaurante de um dos maiores conhecedores de frutos do mar da cidade e não quer sequer algo proveniente das nossas águas é uma ofensa, pensei comigo.

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E ele veio.

Saboroso, picante, bastante aromático, com caviar de tapioca e ovas. Ostras gordas, frescas, especiais. Esqueci por um momento que fugia do menu executivo e me deleitava com essa delícia que tão cedo não vai sair da memória.

Mas a realidade me esperava com a voracidade de um carnívoro para comer o meu prato que era um Risoto de Brócolis com Alcaparras. Não deixou a desejar também. É claro que depois de comer àquelas nostras poucas coisas fazem frente e merecem comparação, mas ainda assim aproveitei bastante o risoto.

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Bem temperado, bem servido e bem apresentado. Boa opção pra quem não come carne, quer comer bem e pagar pouco na hora do almoço no Centro de Floripa. A falta (ou a diminuição, talvez) da manteiga deixa ele um pouquinho mais seco, diferente daquele risoto cremoso e brilhoso dos italianos. Mas ainda assim muito saboroso.

O menu executivo custou R$16. Isso mesmo, você não leu errado: salada, risoto e suco por apenas 16 unidades de real. Já o ceviche custou R$18 e a conta fechou em trinta e sete cruzeiros.

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Ainda voltarei à noite para experimentar o restante do cardápio ou um menu degustação do Chef Narbal. Recomendo bastante a visita.

Centro Gastronômico Rita Maria

  • Rua Henrique Valgas, 318. Centro, Florianópolis.
  • 48 4009-2442
  • Estacionamento
  • Aceita cartões

Nipô Temaki: um oásis oriental na 401

Quem trafega na Rod. José Carlos Daux, a sempre polêmica e tão movimentada SC 401, que dá acesso às praias do Norte da Ilha de Santa Catarina pode até não notar, mas esconde-se numa pequena sala comercial logo após o novo prédio da RBS TV uma pequena grande casa de comida japonesa.

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Já havia visitado o Nipô em outra ocasião, por isso não me assustei quando na votação da enquete que fiz aqui neste blog recentemente sobre as casas de sushi que os nossos leitores preferiam vi que eles por vezes mantiveram a liderança da votação e tiveram um excelente destaque. Na primeira visita acabei não fazendo o review, não havia saído de casa com o espírito blogueiro aguçado, queria apenas comer e aniquilar meus instintos mais primitivos da fome. E isso é só mais uma prova de que a experiência em um restaurante depende não somente dos envolvidos na comida, mas do espírito de quem come.

Na semana passada voltei ao Nipô Temaki. Agora com meu espírito preparado para ter uma experiência gastronômica, pra escutar meu paladar, meu olfato, entender os sinais que a visão davam ao se entrelaçar com os demais sentidos a cada viagem do hashi do prato à boca.

E foi pela visão que tudo começava a fazer sentido, aquelas pessoas que votaram realmente estavam certas, o Nipô é excelente. Primeiro porque na casa não existe rodízio, festival, buffet livre ou como você prefere chamar o all you can eat. Isso por si só já diminui o barulho, o movimento de garçons, dá ao ambiente um clima gostoso. Sendo pequeno, aconchegante e agradável ainda mais. Se por fora não parece grandes coisas, é lá dentro que nem o barulho dos carros é ouvido e não interrompe a refeição.

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Comecei por este lindo par de nigirizushi Mexicano, que é um Nigiri de Salmão com uma lâmina de abacate e um toque de pimenta tailandesa. Simples, parece, mas intenso em sabor e em textura. Peixe fresco, agradável, saboroso.

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Aliás, brincar com sabores é algo bastante comum na casa, e surpreendente. Jamais teria pedido em um restaurante comum, mas como os demais integrantes da mesa se engraçaram ao ver no cardápio, também me surpreendi com o Uramaki de Amêndoas, que além de cream cheese continha mel. A neutralidade das amêndoas, o salgado e o doce combinaram muito, muito bem neste sushi.

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Também comi este Joe Salmão (tipo o famoso filadélfia com cebolinha). Delícia.

Comi o Ceviche Nipô, onde pode-se escolher entre salmão, atum ou peixe branco, com um molho especial da casa. Fui de peixe branco, claro, não sou doido.

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Hot Sushi? Sem problemas, também servem. Destaque para este prato também, tão sequinho e saboroso que nem parece que foi frito.

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Agora destaque mesmo merece a parte de sushis especiais do cardápio. Vejam a foto desse sushi de Massago (esse com recheio de salmão e filadélfia com ovas de capelin por fora), não dá vontade de comer a foto?

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Como a casa ficou conhecida por ser uma excelente temakeria, inclusive ostenta o cargo no seu nome (muito embora não resuma-se a isso em hipótese alguma) não pude deixar de sair sem comer um temaki. Troquei a sobremesa por ele e não me arrependi. Bem recheado, saboroso e ouso dizer que ele, ou dois dele, são suficientes para saciar as fomes mais rústicas.

O atendimento da casa é perfeito, tudo veio de forma tranquila, rápida e sem qualquer problema. Pessoal educado, gentil e que faz você se sentir em casa.

A conta fechou em aproximadamente R$125, sucos inclusos nessa conta onde comeram até forrar a tampa do bucho um casal faminto.

Recomendo a visita ao Nipô, forte candidato para a próxima edição do TOP 5 Sushi.

Nipô Temaki

  • Endereço: Rod. SC 401, 4230. Sl 02. Florianópolis, SC.
  • Telefone: (48) 3238-7385
  • Horário: segunda a sexta para almoço, e segunda à sábado para o jantar.
  • Aceita cartões: sim
  • Estacionamento: sim

Sushitec: do céu ao inferno em 4 meses

Em setembro do ano passado estive no Sushitec. Era um restaurante que tinha um conceito novo: comida japonesa e tecnologia. Comida japonesa era baseada em sushis, sashimis, temakis e alguns pratos diferentes como o polvo frito crocante, que experimentei na ocasião e era uma delícia. Tecnologia porque os pedidos são todos feitos por tablet. Não estava no clima de fazer review e era uma pré-abertura, ou seja, a casa não estava aberta para o público. Não, não fui convidado pra ir lá comer. A notícia da sua iminente inauguração chegou até mim e eu resolvi bater na porta. Explicaram e deixaram entrar.

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O tempo passou e resolvi ir lá na incessante busca para conhecer as melhores casas de sushi da cidade. Mal sabia que estava por cometer um dos maiores erros gastronômicos desde a abertura deste blog que está às vésperas de completar seus 3 anos de idade.

O atendimento foi perfeito, os pedidos por tablet funcionaram satisfatoriamente (um ou outro erro pontual), gentileza na recepção e tudo o mais. Mas a comida é muito ruim.

A despeito das iguarias que experimentei naquele fatídico setembro primaveril recebi uma comida péssima, intragável, fortemente desconfortável como o verão que nos assola este ano.

Vou economizar palavras e no final eu concluo, e nas próximas linhas colocarei algumas fotos que os farão pensar.

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Isto é um ceviche. Ou o que eles acham que é um ceviche. Gosto ruim, ora doce ora amargo, com um molho estranho e pastoso.

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Isto é um “Espetinho de Legumes com Shitake”, ou o que eles imaginam que isso seja. Numa versão minha eu diria que é “Um espetinho de couve-flor e brócolis com duas farpas de shitake perdidas no meio, sem sal e tempero”.

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O sushi não estava tão mal apresentado mas era ruim. O arroz avinagrado, digno de quem acabou de sair de um cursinho de sushi.

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Isto é um espetinho (robata) de frango, ou o que eles acham que é um espetinho. Tempero forte, parece industrializado e mal apresentado. Parece que bateu de frente a 160km/h numa rodovia federal com uma carreta Mercedes Benz 1313 carregada com vergalhão GG 50 da Gerdau.

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Isto é um yakissoba, ou o que eles acham que é um yakisoba. Esse caldo deve ter sobrado na Wok em que foi preparado e veio parar no meu bowl, só pode. Era uma sopa com macarrão e legumes grosseiramente picados dentro, com raros pedaços de frango ou carne.

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Tentei dar uma chance à cozinha em ficar mais um pouco e, finalmente, matar a fome, pedindo um Shimeji na Chapa. E isto, segundo eles, é o Shimeji na Chapa. Estava muito além do ponto, levemente queimado, terrivelmente seco, com sal em exagero, intragável. Além de feio, muito feio.

Eu tenho duas sugestões:

1) aos leitores: não percam seu tempo nem seu dinheiro.

2) ao restaurante: por favor, fechem. Comecem de novo. Voltem àquele setembro em que comi maravilhosamente bem e não façam com que as pessoas percam R$130 (casal) à toa.\

ATUALIZAÇÃO (30/01/2014): há uma placa afixada na parede atrás do caixa onde avisa que o cliente que pedir comida e não consumir deverá pagar uma taxa por peça desperdiçada. Não me foi cobrada nenhuma taxa por ter deixado aquela comida horrível na mesa, mas registre-se que esta é uma taxa ilegal e você pode se recusar a pagá-la, caso passe por esta situação.

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  • Endereço: Rua Fúlvio Aducci, 1229. Estreito, Florianópolis.
  • Telefone: (48) 3206-7882
  • Estacionamento: sim
  • Aceita cartões: sim