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Cantinho da Ostra: pra petiscar sem muita frescura

Em meio a tantos restaurantes renomados que fazem parte da via gastronômica do sol poente, com seus cardápios repletos de pratos saborosos, existe um quiosque que passa quase despercebido (e foi assim comigo durante muito tempo) das vistas de quem roda por ali em busca de um lugar diferente pra comer: O Cantinho da Ostra.

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Daria pra fazer um review rocambolesco enaltecendo a sua simplicidade que por si só encanta e nos faz ter vontade de voltar pra mais uma e outra comideria, mas o lugar é simples e o review será direto e reto: vale a pena conhecer.

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O cardápio é rasteiro, tem não mais que 16 ítens ao todo que agrupados por semelhança diferindo apenas nos seus recheios e composições não enchemos duas mãos para contar qual a variedade da casa. Tem ostras, o carro-chefe, criadas ali mesmo no mar de Santo Antônio de Lisboa e selecionadas num pequeno rancho de pescadores ao lado do restaurante; tem peixe frito em postas, que varia conforme a estação e frescor; tem mexilhões, aqui comumente chamados de mariscos; bolinho de siri e pastéis diversos.

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Lugar comum da nossa gastronomia ilhoa, pedi um pastel de camarão e algo que ainda não havia provado em outro lugar: pastel de ostra. Já havia comido até nigirizushi com este molusco mas pastel foi a primeira vez. Sabor marcante, forte, bem acompanhado de uma pimenta e gotinhas de limão.

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Depois vieram as ostras, e como eu as prefiro: naturais. Sem bafo e sem gratinar, embora o Cantinho da Ostra ofereça estas opções, somente assim, cruas, ainda vivas, dando o seu último suspiro ao receber gotas do carrasco limão e descansar na paz eterna do meu paladar. Pimenta, “si se puede”, fica bom também, mas pode roubar o sabor marcante que a natureza lhe conferiu.

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Em seguida camarões ao alho e óleo. Estavam pequenos mas muito saborosos. Prefiro estes que aqueles grandalhões molengas. Crocante, pra lambuzar os dedos e comer admirando a bela vista da baía norte.

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Fechei com uma Lula à Milanesa. Essa igualmente saborosa, só um pouco borrachuda porque foi frita demais. As vezes até culpa de alguns chatos que não gostam de comer coisas no ponto “correto” e pedem ostensivamente pra ficar mais e o restaurante acaba fazendo como padrão (vai saber!), da próxima vez pedirei pra “fritar menos”. Fica a dica pra você também.

Isso tudo e mais uns refrigerantes e água custaram R$82 e os 10%, opcionais, foram pagos porque o atendimento mereceu. Foram pagos com cheque, a casa não aceita cartões, somente dinheiro ou este humilde papelete do século passado.

Que tal ir conhecê-los?

  • Cantinho da Ostra
  • Endereço: Pç XV de Novembro, 240. Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis.
  • Telefone: (48) 3235-2296
  • Aceita cartões: não
  • Estacionamento: sim

Roteiro Gastronômico: Ribeirão da Ilha

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O Ribeirão da Ilha é pra mim o bairro mais charmoso de Florianópolis. Está localizado no Sul da Ilha de Santa Catarina mas ainda assim, por ser tão afastado e manter ali suas raízes, parece uma cidade a parte. Ir ao Ribeirão é como sair de Floripa e ir visitar uma cidade do interior que preserva ainda seu ar bucólico e provinciano, as suas raízes na gastronomia, música, artesanato e seus costumes em geral.

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E como toda pequena cidade é na sua praça e Igreja matriz que tudo começa. Cem anos após a chegada dos 6 mil açorianos em Santa Catarina em 1650, foi trazida uma imagem de Nossa Senhora da Lapa. Sua capela foi construída pelos escravos com pedra, cal e óleo de baleia, ingrediente típico da argamassa na época, que era trazida das armações baleeiras também do Sul da Ilha.

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A arquitetura como um todo da região talvez seja a mais intacta do estado, e que mantém desde então sua formação original. As ruas muito estreitas, as casas coloridas e tipicamente da herança portuguesa e que resistem ao tempo até hoje são dignas de uma foto, cujo cartão postal não pode ficar de fora no portifólio dos turistas que buscam abrigo neste pequeno pedaço de paraíso.

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As suas águas são especiais: é uma das poucas praias de mar manso, virada para a baía entre continente e Ilha, que ainda permite o banho de mar. As condições de balneabilidade oferece ao banhista segurança na hora de se refrescar tanto na água quanto embaixo de suas centenárias árvores.

E apesar de ser ali que Santa Catarina praticamente começou a ser colonizada, o Ribeirão foi somente a terceira localidade da cidade a ganhar o status de “Vila”. Nesse título puxo o gancho do restaurante Vila Terceira, que além de um comprometimento com o resgate histórico do lugar se alinha também na gastronomia e apesar das modernas técnicas em se fazer boa comida mantém vivo um pouco da herança que os açorianos deixaram no prato do manezinho.

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Tudo começa com a cachaça produza ali mesmo no Sertão do Ribeirão, mostrando que aquela terra além de boa comida bonita arquitetura também fora palco durante muito tempo dos principais alambiques do Estado. A Anchova da Vó Guida é um excelente modo de harmonizar essa cachaça, seja numa dose única ou numa caipirinha que é pedido certo por ali, que acompanhada de uma farofa especial de camarões e molho de alcaparras transformam a simplicidade dos ingredientes ilhéus num banquete dos deuses que teria feito Sebastião Caboto transformar essa terra num domínio dos espanhóis.

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Destaque também para o Café de Ostra, um café espresso acompanhado por um doce de chocolate branco feito por uma doceira local em forma de ostra.

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O Vila Terceira tem também um polvo crocante muito delicioso que experimentei, mas pra falar de Polvo preciso citar o Santa Figueira. Com um deck maravilhoso na beira da praia do Ribeirão e com vista para toda a baía Sul, o Santa Figueira traz uma gastronomia inspirada nos mesmos ingredientes locais porém com fortes influências internacionais. É o caso do Polvo Thai, temperado à moda asiática e todo empanado, porém sequinho e crocante, além de muito macio por dentro.

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Lá também experimentei os Vol-au-vent, pequenas cestinhas de massa folhada de diversos sabores: Camarão ao Champagne, Siri ao Saquê e red curry e Funghi. Três de cada.

As Ostras são a grande vedete do lugar transformando o Ribeirão da Ilha no maior produtor brasileiro deste molusco bivalve, tão apreciado na gastronomia e com o sabor que deixa qualquer gringo na simplicidade de comê-la in natura.

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Grande especialista em Ostras, temos o Ostradamus. Jaime Barcelos é um ícone da gastronomia de Florianópolis, começou no Ribeirão fazendo cachorro-quente na noite e hoje com certeza comanda um dos melhores restaurantes que oferecem ostras na cidade. Com o exclusivo e inédito por aqui método de depuração de ostras, consegue trazer o produto mais puro e livre de qualquer risco de intoxicação ao consumidor. As ostras saem do cativeiro no mar da baía Sul e vão direto para o depurador, grosso modo um grande aquário localizado na entrada do restaurante para quem quiser conferir o processo, que faz durante 12 horas a filtragem deste molusco liberando e deixando para trás qualquer sujeira que tenha ficado durante sua vida.

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Destaque-se também o prato Arrombassi Istepô, batizado com uma expressão mais mané impossível, e que consiste numa travessa de arroz cozido com frutos do mar variados e um toque de pimenta produzida na própria casa. Outro destaque é sua vasta adega que fica no subsolo do restaurante, abaixo do nível do mar e da areia da praia.

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Do mesmo proprietário e localizado na frente da sua nave-mãe, o Café Tens Tempo traz uma diversidade para o Ribeirão: café saboroso e doces portugueses de altíssima qualidade. Funciona como um empório onde você pode adquirir alguns souvenirs do Ostradamus, com uma decoração muito robusta e linda, a perder a mirada enquanto se degusta um pastelzinho de Nata ou um pastel de Maçã, doces feitos por uma família portuguesa de São Paulo.

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Se a sobremesa do seu restaurante preferido não agradar, uma visita ao Tens Tempo é mais que certa para encerrar a sua estadia por ali.

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Outra excelente opção de gastronomia local levada a sério, com uma vista de causar suspiros nos comensais e comida saborosa a preços honestos, é a Ostreria Umas e Ostras. O nome brinca com o carro-chefe do lugar e oferece um produto tão excelente quanto sua concorrência. Ostra gorda, saborosa e numa travessa com gelo para manter seu frescor à mesa se for pedida in natura.

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Destaque-se também os seus petiscos caseiros feitos por cozinheiras que entendem tudo de manezinho e de comida, como o pastel de camarão e o pastel de berbigão, outro bivalve conhecido na cidade e figurinha carimbada no resto do país com o nome de vôngole.

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Entre um restaurante e outro você pode conhecer também um pouco do artesanato local, seja nas esculturas em barro ou qualquer peça com renda de bilro, que é herança também açoriana na nossa cidade, nas pequenas casas que comercializam estes produtos. A que mais gostei fica em frente ao Umas e Ostras, e tem lindas peças para se admirar e levar pra casa um pouco da nossa cultura, e que graças a estas pessoas ainda se fazem viva em nossa memória, resistindo o passar do tempo.

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Visitar o Ribeirão da Ilha é indispensável para quem quer conhecer Florianópolis. É mergulhar não só na gastronomia de um povo que forjou sua têmpera em quase 500 anos de história de uma colonização tipicamente portuguesa, mas também se sentir em casa, bem acolhido e confortável numa cidade pequena que a cada verão triplica seu tamanho e ganha ares de metrópole e que apesar da linda paisagem já cheira os odores da constante evolução demográfica e tecnológica.

Restaurante do Tonho, comida boa com as bênçãos da Nossa Senhora da Piedade

O município de Governador Celso Ramos é um refúgio. Poucos sabem, mas a pouco menos de 50km do centro de Florianópolis, uma pequena cidade cuja economia é movimentada pela pesca possui 23 lindas praias e quase todas elas ainda não sofreram fortes mudanças de balneabilidade após a chegada maciça de moradores e veranistas. Os roteiros geralmente mostram Florianópolis e Balneário Camboriú mas muitos desconhecem que entre estas duas figurinhas carimbadas dos mochileiros existe uma pequena extensão de paraíso separada da BR-101 por estradas de chão batido e alguns morros

Igreja de Nossa Senhora da Piedade
Igreja de Nossa Senhora da Piedade

Uma de suas praias ostenta o nome  da principal atividade do século XVIII. A armação baleeira que ali foi instalada mais a igreja de Nossa Senhora da Piedade, a igreja mais antiga de Santa Catarina e que hoje é patrimônio tombado pelo IPHAN, construída com ajuda do óleo de baleia na argamassa, batizam-na como Armação da Piedade, considerada por este que vos fala um dos lugares mais bonitos em que já visitou na vida.

Sou suspeito pra falar, frequento o município desde que me conheço por gente e quando ainda mal conseguia distinguir os sabores dos alimentos, mas morar na região da Grande Florianópolis e nunca ter ido almoçar no Roda Viva, no Golfinho (onde chegam as escunas saídas de Canasvieiras e que passam pela baía dos golfinhos) e tantos outros restaurantes que estão ali há décadas é uma heresia das mais graves.

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O Tonho tá ali há 30 anos. Tonho nasceu com uma rede na mão e desde sempre foi pescador profissional. Como todos os seus antepassados que povoaram a pequena Armação da Piedade aprendeu a tirar o sustento do que o mar repleto de belezas e riquezas provê. Tudo o que é vendido no Restaurante do Tonho ele mesmo quem pesca, você pode avistar das mesas que ficam na beira da praia as embarcações que ele usa pra pescar na baía, em alto mar ou ainda o bote que utiliza para atender os clientes que chegam de barco.

Tonho indo levar pedidos para as embarcações
Tonho indo levar pedidos para as embarcações

O Restaurante do Tonho encanta já na chegada. De um lado da rua o restaurante, com poucas mesas e a estrutura da cozinha.

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Do outro lado da estrada a orla da praia recebe as mesas e debaixo das árvores você saboreia a paisagem, antes mesmo que chegue o almoço.

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O cardápio é enxuto. Tem opção de carne e frango pra quem não come frutos do mar, mas é de peixes, camarões, ostras e mariscos que ele é composto.

Camarão médio a Milanesa, arroz, pirão de peixe e batatas fritas
Camarão médio a Milanesa, arroz, pirão de peixe e batatas fritas

Pedi um Camarão Médio a Milanesa. O nome é auto-explicativo, mas são camarões médios de verdade e o prato é bem servido para duas pessoas. É empanado e frito na hora, o que garante que a comida está sempre fresca e saborosa. Um ponto positivo é que diferente de alguns concorrentes, este camarão é crocante (sem passar do ponto). O prato não possui acompanhamentos, você pede separadamente (evita desperdícios e barateia a comida, ponto mais que positivo!). Para acompanhar o camarão a milanesa pedi uma porção de arroz (R$7), outra de pirão de peixe (R$7) e uma de batatas fritas (R$10).

Postas de Papa-terra fritas
Postas de Papa-terra fritas

Um outro prato simples mas que é muito delicioso e que sempre como por lá é o Peixe em posta (R$20). Postas de Papa-terra (Betara pra quem é do Sudeste) bem temperadas e fritas, que combinam muito bem com um limãozinho por cima. Pode também ser usado como aperitivo e acompanha sempre uma boa cerveja gelada.

O atendimento é bom, funciona e não demora. Por ser familiar, você é atendido ou pelo próprio Tonho ou por uma de suas netas. Todos os meus pedidos vieram sem qualquer problema e muito rápido. E, melhor que tudo, pode passar bons minutos conversando sobre pescarias, gastronomia, sobre a vida de uma forma geral com o seu Tonho, um senhor muito simpático, disposto, daqueles que fazem você matar a saudade de ter um avô.

Recomendo o passeio e o almoço. Não é longe de Floripa, é barato e você sai enriquecido deste lugar!

Restaurante do Tonho

  • Endereço: Av. Nossa Senhora da Piedade, 337. Governador Celso Ramos, SC.
  • Telefone: (48) 3262-9399
  • Horário: Na baixa temporada abre aos fins de semana para o almoço. Durante o verão abre diariamente.
  • Aceita cartões: Não
  • Estacionamento: Sim

TOP 5 – Onde comer frutos do mar em Floripa

O verão está chegando e certamente você vai visitar alguma praia, ou então como já é típico, será cicerone do seu aimgo que vem de fora e ele vai querer comer um camarão ou um peixinho na praia. Como sempre digo nos posts em que falo de frutos do mar, vir à Florianópolis e não comer um bom prato de camarão ou peixe é como ir na Bahia e não comer acarajé ou ir na Alemanha e não beber uma cerveja.

Mas eu quero levar minha família pra comer um camarão, Becher, ou então quero levar aquele meu amigo de São Paulo que tá na Ilha pra comer uma Lula e não sei onde levar. O que faço?

Calma, pequeno gafanhoto. Te dou 5 sugestões com comida de todos os tipos e preços para todos os bolsos pra você, sua família ou seu amigo passarem vontade de comer frutos do mar em Floripa.

Restaurante Tamarutaca

Bolinho de Siri, restaurante Tamarutaca
Bolinho de Siri, restaurante Tamarutaca

É o review mais recente do blog mas também é o que considero mais saboroso. Desde o ambiente bem montado e decorado, o que confere uma estadia bastante aconchegante até no feitio dos petiscos e pratos típicos de Floripa, o Tamarutaca vai impressionar com certeza. Destaque para os bolinhos de siri que são uma maravilha, de comer de joelhos e agradecendo a Deus, e também para o Camarão ao Catupiry, um preparado com camarões, molho sugo, molho branco com catupiry e bastante sabor.

  • Endereço: Rua Laurindo José de Souza, 663. Fortaleza da Barra, Florianópolis.
  • Telefone: (48) 3232-4035
  • Horário: de segunda a sábado, 11h30 às 15h e das 18h a 0h. Domingos das 11h às 20h.
  • Estacionamento: sim
  • Aceita cartões: sim

Restaurante Pitangueiras

Pastelzinho de berbigão, Restaurante Pitangueiras
Pastelzinho de berbigão, Restaurante Pitangueiras

Localizado num lugar muito bonito, além de comida boa oferece um visual dos deuses. Tem um ambiente simples e bem estilo manezinho da Ilha, além de um deck construído em cima da belíssima praia do Sambaqui. Além de comer boa comida e beber boa cerveja você pode aproveitar o caminho dos Açores e mostrar para o seu convidado ou mesmo aproveitar com sua família este lindo pedaço da ilha. Destaque para Linguado Gratinado com Alho Poró e Funghi Porcini, prato que serve bem 4 pessoas.

  • Endereço: Rod. Rafael da Rocha Pires, 2861. Sambaqui, Florianópolis.
  • Telefone: (48) 3335-0398
  • Horário: de quartas-feiras às segundas-feiras, das 11:30h às 0h.
  • Estacionamento: sim
  • Aceita cartões: sim
  • Wifi: sim

Barracuda Restaurante & Grill

Sequência de camarões, Barracuda Grill
Sequência de camarões, Barracuda Grill

Esse é para aqueles mais exigentes, que gostam além de uma boa comida um requinte todo especial no ambiente, atendimento e até mesmo na decoração dos pratos. Têm área para crianças com monitora para deixar o seu pequeno se entretendo enquanto você degusta a completa carta de cervejas especiais e importadas e o completíssimo menu de frutos do mar e grelhados, para os que não gostam. Uma sugestão é a Sequência Lagoa da Conceição, pra quem gosta de experimentar vários preparados de camarão. Fica na rota gastronômica da Lagoa da Conceição, na Av. das Rendeiras, e a região ainda serve como um bom passeio turístico.

  • Endereço: Av. das Rendeiras, 1562. Lagoa da Conceição, Florianópolis
  • Telefone: (48) 3232-5301. Aceita reservas.
  • Estacionamento: sim
  • Wifi: não
  • Aceita cartões: sim

Freguesia Bar e Restaurante

Ostras ao bafo, Freguesia Bar e Restaurante
Ostras ao bafo, Freguesia Bar e Restaurante

O Freguesia é pra quem quer almoçar, jantar ou mesmo curtir um happy hour com os amigos. Fica em Santo Antônio de Lisboa, outra região de Florianópolis digna de uma foto ao pôr-do-sol.  Seja um peixinho grelhado ou uma boa ostra ao bafo, cultivada aqui mesmo em Florianópolis e pelos proprietários, ou até mesmo uma massa pra quem quer dar uma variada, o Freguesia é um excelente local para se almoçar também com os colegas de trabalho.

  • Endereço: Praça XV de Novembro, 179. Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis.
  • Telefone: (48) 3235 1098
  • Horário: De quarta a segunda, das 11h às 23h30.
  • Aceita cartões: sim

Lagoa Restaurante

Anchova grelhada, Lagoa Restaurante
Anchova grelhada, Lagoa Restaurante

E por último, porém não menos importante, temos o Lagoa Restaurante. Localizado no final da Av. das Rendeiras, já na direção de quem vai para a praia da Joaquina ou Mole, o Lagoa tem um cardápio bastante variado de frutos do mar. É um restaurante mais simples, com pouca decoração, mais estilo de quem está saindo da praia e quer comer um bom peixe e camarões. E apesar de ser mais barato, uma opção mais em conta para quem vai pra praia com o dinheiro contado, não perde nada em sabor. Todos os pratos são bem gostosos e bem preparados, com acompanhamentos como arroz, salada e batatas-fritas.

  • Endereço: Av. Prefeito Acácio Garibaldi S Thiago, 141. Lagoa da Conceição, Florianópolis.
  • Estacionamento: sim
  • Aceita cartões: sim

Espero que tenha gostado das sugestões, caso tenha alguma use os comentários! 😉