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Brewmille: um feliz café em São José

Antes de começar este post deixa eu pegar um pano úmido e tirar a poeira. Pronto! Quase sessenta dias sem escrever sobre comida fizeram com que meus posts aqui se tornassem velhos. Tudo me parece tão distante, tudo me é tão estranho. Os restaurantes que recém tinham aberto há quase dois meses já me soam como antigos, quando penso em visitá-los. O tempo é relativo, isto posto um pequeno período pode ser grande dependendo da intensidade que se é vivido, para bem e para mal. Mas tergiverso, como sempre, falando sobre o tempo, não é pra isso que estamos aqui, não é mesmo? Já dizia Amélie Poulain que “A ansiedade sobre a passagem do tempo nos faz falar sobre o tempo”.

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Por falar na Amélie Poulain conheci um café digno de reverências e aplausos no bairro Areias, em São José. Ah, sim, um dos motivos da minha ausência no blog é que me mudei, estou ainda mais longe da região central de Florianópolis, mas pelo visto a vida tem me agraciado também com coisas boas, como o Brewmille aqui perto. Tocava a trilha de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain quando entrei no lugar e até o final o som daqueles acordeons fizeram o fundo musical perfeito pra experiência que lá vivi. É um dos meus filmes favoritos.

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O simpático Brewmille tem um ambiente muito acolhedor. De fora parece apenas mais uma das lojas padrão da Rua São Pedro, a “principal” do bairro. Por dentro, um ambiente aconchegante, com as paredes escritas em giz e móveis muito bonitos, parecendo até manufaturados.

A Brewmille começou como um distribuidor de sobremesas para restaurantes e agora recebe os clientes para provar seus deliciosos doces, sanduíches e cafés.

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Um dos produtos que me chamou atenção na divulgação deles nas redes sociais foi o Petit Gateau de laranja. Macio, saboroso, adocicado na medida e com um recheio delicioso por dentro. Quentinho, acompanha uma bola de sorvete, uma calda de chocolate belga e uma incrível praliné de pistache.

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Esta bela sobremesa (e minha visita foi em tom de sobremesa, por isso não provei os salgados) foi acompanhada de um café passado. Tenho ficado muito feliz com as cafeterias que estão incorporando o café passado nos seus cardápios, no caso da Brewmille até como exclusividade. Foi-se o tempo que café passado era sinal de café ralo e fraco e café espresso a fina flor do barismo. Tomei o House Blend, o sabor principal da casa, o começo de tudo. Passado à mesa numa prensa francesa (French Press). A prensa fica na mesa e você vai se servindo a quantidade que quiser tomar.

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Um ponto interessante da casa é que é mais uma das que servem água sem custo. Isso mesmo, água não é cobrada. Assim que chega você já é recebido com uma garrafa com água filtrada gelada, sem precisar pagar por ela.

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Ainda experimentei o Cheesecake Brownie, uma cheesecake com o recheio tradicional mas com a massa feita com brownie de chocolate. Por cima, uma deliciosa calda de amoras.

Tudo o que comi e bebi estava perfeito. Pretendo voltar ainda pra experimentar os sanduíches, cujo pão também é feito por eles. Agora sim, podemos dizer que a região tem um café de verdade.

Espero que esteja tocando a trilha de Amélie Poulain quando vocês visitarem também. Pra você se lembrar de algo que considero muito importante no filme, a predileção de Amélie pelas coisas simples da vida. Um café quentinho, bem feito, um doce gostoso e um atendimento espetacular de todas as pessoas que trabalham lá, numa gentileza de dar inveja e inspirar, é algo simples mas que pode salvar alguém das ansiedades do tempo e da vida.

A conta fechou em menos de R$50 por dois cafés e duas sobremesas.

Obrigado, Brewmille. Vida longa. Nos vemos qualquer dia destes de novo.

Brewmille

  • Rua São Pedro, 694. Areias, São José/SC.
  • (48) 3375-4275
  • Estacionamento
  • WiFi
  • Aceita cartões

 

Du Gandolfo: lindo, saboroso e honesto

E São José continua me surpreendendo. No último fim de semana abri espaço na rígida dieta que venho enfrentando (é, parece que não dá pra ser blogueiro de gastronomia gordo por muito tempo) e fui finalmente conhecer o Restaurante Du Gandolfo, que para meu espanto existe há pelo menos 18 anos (não na mesma região e no mesmo formato, mas com nomes parecidos e próximo dali), e hoje senta suas garras no charmoso Centro Histórico de São José.

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O Du Gandolfo faz uma viagem nas gastronomias portuguesa e italiana, que as vezes até se encontram como no “caneloni de bacalhau”, que não experimentamos mas certamente terá sua vez nas próximas idas a este restaurante que muito me emocionou.

Me emocionou não só na comida. Mas na comida, principalmente, e no espaço muito bonito e bem decorado. É uma casa portuguesa, com certeza. Há vários pequenos espaços com mesas confortáveis e decoração que agrada aos olhos não importa onde você os direcione.

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Outra característica que me chamou bastante a atenção é que todos os pratos servem duas pessoas, então é um convite para uma noite romântica que aproveite o ambiente calmo e aconchegante, ou encontro de casais ou ainda amigos, que possam desfrutar das mesmas iguarias e terem resultados diferentes para a mesma experiência.

Mas vamos parar de encher linguiça, vamos falar de coisa boa. E não, não é Tekpix.

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Abrimos a refeição com uma entrada. De salada eu já estava até o gogó, então pedi pão. Cesta de pães com Manteiga, Pasta de Beringela, picles de Abobrinha. Não estava no cardápio mas também recebemos neste “kit” de antepastos uns deliciosos pimentões em azeite.

Não dá pra descrever a delícia que é este pão. Não são eles que fazem, mas são feitos sob medida pra eles. Pão do jeito que todo mundo gosta: crocante por fora, bastante macio e saboroso por dentro e quentinho, saído do forno. Não fossem tão gostosos quanto os acompanhamentos desta entrada, seria uma heresia não comê-lo sozinho.

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Outra coisa importante que precisa ser bastante destacada: as bebidas. Você não vai morrer pagando uma prestação do cartão de crédito se pedir um vinho da carta ou uma jarra de suco de laranja. Esta bebida tão cara nos demais lugares, ganha aqui sua versão em jarra, totalmente natural feito com a fruta, 700ml por menos de 9 reais. O que parece até uma idiotice dizendo assim, é um grande feito se compararmos restaurantes do mesmo nível por aí.

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Eu fui na culinária portuguesa. Queria experimentar esta Cataplana com medalhões de Filé Mignon, molho vermelho com creme de leite, cogumelos e batatas. O prato é acompanhado de arroz, mas já seria suficiente degustar esta cataplana pura, assim como o pão da entrada. Aliás, este delicioso molho vermelho com creme de leite poderia ser muito bem “xuxado” por aquele pãozinho da entrada. Um #fikdik pra casa!

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O Everton e a Samantha, que faziam costado nesta refeição, foram pro lado italiano do Du Gandolfo. Eles pediram e degustaram (e eu provei um quinhão) do Filé a Quatro Formagio. Mais Filé Mignon, molho de quatro queijos, batatas e que veio acompanhado de um delicioso talharim na manteiga.

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Mais uma vantagem da casa: não importa se é prato principal ou acompanhamento, a qualidade sempre será excelente. Mesmo um simples arroz, mesmo este talharim na manteiga que me causa enxurradas de saliva até agora, são feitos sob o mais absoluto cuidado e sabor.

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Eles ainda pediram sobremesa, que não experimentei mas registrei: Petit Gateau. Se era bom, perguntem pra eles.

Não precisa dizer que recomendo uma visita nesta casa. Um dos poucos lugares onde come-se muito, muito bem e pode-se pagar menos que 100 mangos por casal. A conta fechou por volta dos 90, que a esta altura do campeonato já era quase de graça.

Restaurante Du Gandolfo

  • Endereço: Rua Homero de Miranda Gomes, 3382. Centro, São José/SC
  • Telefone: (48) 3247-4334
  • Estacionamento: sim
  • Aceita cartões: sim

Capim Santo: brasileiríssimo, aconchegante e muito saboroso

Desde guri sou aficcionado por aviões. Dispenso a aviação militar, mas meu Jumbo Jet, brinquedo que ganhei aos ainda incompletos dez anos de idade fizeram ser um apaixonado pela aviação civil. De lá pra cá li e assisti muitas coisas sobre aeronaves, joguei simuladores de vôo mas por um motivo ou outro a vida quis que eu entrasse pela vez primeira em um desses pássaros de lata poucos meses antes de completar a terceira década de vida.

Na sexta-feira pela primeira vez ouvi o som de uma turbina Rolls-Royce do meu lado, senti a vibração da asas sendo sustentadas pelo ar, o orgásmico barulho de um trem de pouso descendo e todo o charme que só um Boeing 737 pode proporcionar. Foi a primeira vez também que desembarquei em São Paulo pra fazer turismo a trazia na mala uma tropilha de ânsias, entre elas experimentar a gastronomia de alguns restaurantes que só conhecia de nome e de fama.

Restaurante Capim Santo
Restaurante Capim Santo

Um deles é o Capim Santo, da Chef Morena Leite. Localizado nos Jardins, recria o ambiente da sua matriz em Trancoso, no sul da Bahia, com pitangueiras, jabuticabeiras, coqueiros e uma linda figueira em sua área externa, onde escolhi sentar-me com a Rebecca e olhar o cardápio. A noite que havia começado com uma viagem tranquila de avião nos brindou com uma linda Lua cheia, e com as bênçãos do seu quarto mais lindo, recebemos um delicioso couvert.

Couvert: pão de capim-santo (capim-limão), pãezinhos de mandioquinha, manteiga, requeijão e creme de espinafre
Couvert: pão de capim-santo (capim-limão), pãezinhos de mandioquinha, manteiga, requeijão e creme de espinafre

O couvert (R$16,90) foi composto por um pão de capim santo, pequenos pães de mandioquinha, manteiga, requeijão e um creme de espinafre. Como que querendo fazer um carinho no nosso paladar, sabores suaves e muito confortantes, poderíamos ter ficado ali mesmo, comendo isso a noite toda. Os pães macios, os acompanhamentos bem saborosos e o creme que traduz a mais pura essência de comfort food.

Degustação de aperitivos
Degustação de aperitivos

Mas evoluir era preciso e eu queria experimentar o maior número de coisas possível. Por isso ao invés de escolher uma entrada só, pedi a Degustação de Petiscos (R$41), servida para duas pessoas, com duas unidades de cada uma das entradas servidas no menu clássico do Capim Santo. Ele era composto de Croquete de palmito pupunha com molho de limão cravo, Bolinho de aipim recheado com queijo Canastra da Serra, Bombom de camarão com chutney de manga, Pastelzinho de carne seca com abóbora e Charutinho de pato com molho de pitanga. Dizer que estavam uma delícia cada uma destas iguarias é desnecessário, a foto fala por si só, mas estavam. Uma excelente forma de experimentar cada uma das entradas e, quem sabe, repetir a que mais gostou.

Ambiente lindo e aconchegante
Ambiente lindo e aconchegante

Com um apelo muito forte à comida e aos ingredientes brasileiros, o Capim Santo é tupiniquim até no som ambiente. De fundo, audível e agradável, clássicos da nossa música faziam companhia à toda a cena que harmoniza o lugar. Os pratos, também, brasileiríssimos que só.

Medalhão com queijo coalho ao molho de melado de cana acompanhado de talharim de palmito pupunha
Medalhão com queijo coalho ao molho de melado de cana acompanhado de talharim de palmito pupunha

Eu fui no Medalhão com queijo coalho servido com molho de melado de cana acompanhado de talharim de palmito pupunha (R$58). A carne veio no ponto certo, muito saborosa e bem temperada. O molho de melado de cana deu um toque doce ao prato e junto com o queijo quase cantam o Hino Nacional Brasileiro com a mão direita no peito. Esperava um pouco mais do palmito pupunha, talvez uma flor-de-sal ou algo que desse um toque mais acentuado, mas como bom coadjuvante fez o seu papel.

Mignon de Cordeiro com shitake acompanhado de rosti de aipim recheado com catupiry
Mignon de Cordeiro com shitake acompanhado de rosti de aipim recheado com catupiry

A Rebecca foi de Mignon de Cordeiro com shitake acompanhado de rosti de aipim recheado com catupiry (R$63). Tive a oportunidade de experimentar o prato, saboroso, carne no ponto e tudo o mais.

Quintologia Capim Santo: sorvete, macaron, petit gateau, licor de cachaça e brigadeiro de colher
Quintologia Capim Santo: sorvete, macaron, petit gateau, licor de cachaça e brigadeiro de colher

Também não quis arriscar e pedir uma sobremesa específica. Fomos na Quintologia Capim Santo – uma experiência completa (R$23).  Nada como experimentar todas as especialidades da casa com o ingrediente que ostenta o nome do restaurante, até porque não sei quando poderei voltar pra uma segunda experiência. A quintologia traz uma mini-porção de brigadeiro de colher, macaron, petit gateau, sorvete e licor, tudo de capim-santo, ou capim-limão.

Além de muito bem apresentada, a sobremesa foi totalmente aprovada. Cada um dos doces é delicioasmente preparado e servido.

Biblioteca na entrada do restaurante, para tornar a espera mais agradável
Biblioteca na entrada do restaurante, para tornar a espera mais agradável

O atendimento foi perfeito do início ao fim. Aliás, uma coisa que experimentei em todos os lugares que entrei pra comer em São Paulo, da Gyosa na Liberdade até o mais fino restaurante: o atendimento tende a ser muito superior ao que eu conheço. O do Capim Santo é incrível. Nenhum erro, sempre um garçom por perto pra fazermos um pedido, um maitre para nos tirar dúvidas e dar sugestões dos pratos e sommerlier à disposição pra qualquer consulta sobre as bebidas.

Para uma segunda visita, que ainda vivo ei de fazer um dia, quero muito experimentar o tão comentado buffet de almoço. Dizer que a visita ao Capim Santo é recomendada torna redundante este post. Conheçam!

Restaurante Capim Santo

  • Endereço: Alameda Ministro Rocha Azevedo, 471. Jardins, São Paulo.
  • Telefone: (11) 3068-8486
  • Horário: Terças, quartas, quintas e sextas das 12h às 15h e das 19h30 a 0h. Sábados das 12h30 às 17h e das 20h à 0h. Domingos abre das 12h30 às 17h.
  • Wifi: sim
  • Estacionamento: sim (manobristas)

A culinária contemporânea do Bistrô Santa Marta

É quase impossível passar pela estrada geral do Canto da Lagoa e não perceber uma casa centenária e muito charmosa, vermelha, imponente numa das curvas da sinuosa rodovia. Edificada há pelo menos 120 anos no estilo açoriano de se construir hoje abriga um lugar muito aconchegante e confortável, o Bistrô Santa Marta.

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Soube da existência do Bistrô Santa Marta pela Bárbara Beck, a atual Chef do restaurante e amiga deste que vos escreve. Conheci a Bárbara não me lembro onde nem quando. Não somos amigos de muito tempo, embora nossas conversas sobre comida me façam sentir até no timbre de sua voz uma paixão pelo faz, como se conversássemos sobre seus pratos e sua forma de cozinhar há anos.

E o que era apenas papo materializou-se na última semana. Estive no Santa Marta pra enfim confirmar as expectativas, e posso garantir que todas elas foram lindamente superadas.

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Pra começo de conversa o lugar é muito aconchegante. Ia dizer que me senti muito em casa jantando no Santa Marta, mas acho que nem minha casa é tão confortável, tecnicamente falando, do que o Bistrô. O restaurante tem poucos lugares, mobília muito linda de se ver e de se estar, decoração que foi acumulada e feita pelo casal de proprietários Branco e Milene. De fundo, música suave e num tom agradável harmoniza o ambiente.

O atendimento é perfeito. Pudera, é feito pelo próprio Branco. Não há garçom, da forma característica como vemos. O muito simpático e gentil proprietário do Bistrô Santa Marta é quem faz as vezes de garçom e atende os clientes nas mesas. Auxilia na hora do pedido, ajuda na escolha do vinho, quem sabe uma cerveja pra harmonizar… se pedires um drink, é a Milene quem faz.

Jardim de Cogumelos
Jardim de Cogumelos

E a mágica continua dentro da cozinha. Pra abrir os trabalhos escolhemos o Jardim de Cogumelos, prato este que pela primeira vez experimentei algum toque da cozinha molecular. Trata-se de um mix de cogumelos salteados na manteiga de ervas, acompanhando um delicioso molho a base de shoyu e limão siciliano. O toque da gastronomia molecular veio com a “areia do jardim”, que são azeitonas negras desidratadas e azeite de oliva reconstruído. Ou algo assim, ainda sou muito leigo no assunto.

Carré de Cordeiro, purê de mandioquinha, alho confitado e geléia de pimenta
Carré de Cordeiro, purê de mandioquinha, alho confitado e geléia de pimenta

Para o prato principal escolhi o carré. Há tempos estava com vontade de comer um cordeiro bem preparado, coisa rara de se achar. E acertei em cheio. O Carré da Ilha, que é um carré de cordeiro marinado no vinho branco e acompanhado de purê de mandioquinha, alho confitado e geléia de pimenta é uma delícia. Como dizem os gaúchos, que entendem do riscado, “lôco de especial!”. Tive vontade de aplaudir mas estava tão bom que mal tirei as mãos dos talheres.

Polvo grelhado com lâminas de alho, ao molho dijón e risotto milanês.
Polvo grelhado com lâminas de alho, ao molho dijón e risotto milanês.

A minha querida amiga Michele pediu um Polvo da Magia. São tentáculos de polvo grelhados com lâminas de alho, ao molho dijón, acompanhado de um delicioso risotto milanês. Experimentei um pouco desse prato e não fosse o cordeiro estar muito bom, teria pedido pra ela trocar comigo.

Petit Gateau
Petit Gateau

Já estava satisfeitíssimo com a refeição quando soube pelo Branco que o Petit Gateau é fabricação própria. Hoje em dia a maioria dos restaurantes terceiriza essa parte, por uma questão de praticidade. Fui obrigado a experimentá-lo. Um macio bolinho de chocolate recheado com um saboroso creme. “Escorreu o recheio? se não escorreu não tá bom”, diz o Branco. Tá escorrendo é saliva de lembrar dessa maravilha ao escrever este post.

O preço é honesto. Todo o serviço, incluindo bebida, água, entrada, prato principal e sobremesa custou cerca de R$80.

Mas tem uma coisa que o dinheiro ainda não paga. A satistação de degustar uma excelente comida e ser muito bem atendido num lugar muito especial. Vida longa e próspera ao Santa Marta!

Bistrô Santa Marta

  • Endereço: Rua Laurindo Januário da Silveira, 1350 . Canto da Lagoa, Florianópolis.
  • Telefone: (48) 3371-0769
  • Horário: de segunda à sábado, das 19h à 0h.
  • Aceita cartões: sim
  • Estacionamento: sim