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Bar do Boni: boa cerveja e petiscos na beira da Lagoa

Ia começar este post justificando a minha ausência por quase dois meses neste blog, mas é chover no molhado que além dos food trucks das mesmices e hamburguerias que usam o mesmo pão, a mesma carne e os mesmos acompanhamentos de sempre, nada de novo prosperou nesta cidade. Já temos um grande acervo de publicações dos restaurantes que acho relevantes — portanto não dá pra repisar o mesmo rastro, outros ainda preciso visitar e estão na minha lista, mas em resumo minha ausência se deve pela falta de tesão com o cenário gastronômico da cidade neste 2015 de recessão econômica.

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No último domingo, porém, fui conhecer o tão comentado Bar do Boni, cujas fotos do Instagram pipocam a cada fim de semana onde o Sol resolve mostrar as caras na Ilha de Santa Catarina.

O Bar do Boni me deixou com sentimentos confusos, mas no fim das contas uma coisa foi compensando a outra.

Por exemplo: o demorado atendimento era compensado com a rapidez que a comida vinha à mesa. Levei pelo menos 20 minutos pra conseguir pedir uma água com gás (marca Cristalina, com um gosto de plástico irritante) e os petiscos, mas assim que pedi, não demorou os 20 minutos até que começasse a comer.

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A falta de conhecimento do garçom que me atendeu no próprio cardápio, principalmente porque descobri que existia uma cervejaria parceira do bar, a Elementum, somente aos 45 do segundo tempo, quando estava pronto pra desistir da Bierbaum e ficar apenas na água. “Ah, tem uma carta de cervejas, peraí” “Tem essa? Não sei, vou ver” “Quanto custa? ah, é 18, 19… acho que 18! não, 19”. Mas quando chegou a Witbier, a trapalhada foi compensada pelo sabor dessa cervejaria de Novo Hamburgo que ainda não conhecia. Copos adequados, balde de gelo, temperatura e cerveja deliciosa.
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Tudo paga. Couvert da banda, 10% do garçom, R$10 de estacionamento… (tente estacionar na Lagoa em um domingo de Sol, eu te desafio!). A conta que era pra ficar nos dois dígitos subiu logo aos três com tanto custo agregado. De valor agregado só alguns petiscos, a cerveja já citada e a banda, que compensou na sua apresentação. Mike e a Liga tem um som gostoso, os músicos fazendo por gosto e animando a todos com hits do POP nacional e internacional.

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Até na comida havia compensação: o pastel ou era muito seco (berbigão) ou muito molhado (camarão). O pastel de Berbigão tinha que ficar brigando com a areia do pobre molusco, já o de camarão estava saboroso mas com um molho um pouco ralo, fazendo quem come se sujar todo de vermelho claro. Era bem servido, ao menos, matava a fome da espera.

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Em compensação… o camarão ao alho e óleo é um dos melhores que já comi nestas bandas. Bem temperado, dos grados, com alho de sobra pra fazer jus ao nome (parece óbvio mas não é uma regra na concorrência).

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O bolinho de siri tinha gosto pirão. Não consegui identificar o que dava aquele gosto de farinha ao recheio, mas faltava tempero e o próprio siri, que entre um fiapo e outro dava a graça no quitute.

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Já em compensação… a Lula a doré estava ótima. Poucos sabem fazê-la crocante e não borrachuda, poucos sabem fritar anéis de lula sem deixá-la seca ou gordurosa. Uma delícia quando acham o meio termo de textura, sabor e crocância. Acompanhava um molho rosê normalzinho e limões tahiti cortados em fatias, algo que não pode faltar jamais em frutos do mar.

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O certame saiu do empate com a vista privilegiada que tem a casa, à beira da Lagoa da Conceição é difícil sair triste de lá. A vista, as pessoas, o clima de descontração e a energia boa de manezinhos e turistas que frequentam o Bar do Boni deram ao domingo um pouco mais de cor e alegria.

Não acredito que eu seja um fiel cliente por conta dos custos extras que se tem pra ir até lá e encarar o Bar como uma refeição do almoço de domingo. A conta fechou em R$130 (2 cervejas, 1 água, petiscos citados (camarões e lulas eram 1/2 porção) e couvert artístico, mais R$10 por fora pro tiozinho do estacionamento. Mas pra curtir uma noite, ou mesmo uma beberagem com os amigos, já estando na Lagoa, tá valendo. Principalmente se você estiver em ótima companhia!

Bar do Boni

  • Av. das Rendeiras, 2232. Lagoa da Conceição, Florianópolis.
  • (48) 3232-1139
  • Aceita cartões
  • Estacionamento: sim

Sabor da Costa: passeio de barco, excelente vista e comida boa

Conhecer a Costa da Lagoa é uma experiência incrível. Senti-me como um turista da minha própria cidade, explorando um lugar desconhecido, muito distante, mas que fica a menos de 30 minutos da minha casa. A Costa da Lagoa é uma região onde o visitante só pode chegar por barco: seja saindo da Ponte da Lagoa da Conceição, seja partindo da Estr. Geral de São João do Rio Vermelho, o caminho mais curto entre um ponto e outro.

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O sol e o calor que fizeram no último sábado foram praticamente um convite da natureza a conhecer a gastronomia daquela região, onde os frutos do mar não poderiam deixar de ser as grandes vedetes. Nem mesmo o vento que batia de través fazia os rústicos barcos, denúncia de um sistema de transporte marítimo ainda precário na Ilha de Santa Catarina, largarem seus destinos.

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Dos tantos restaurantes que habitam naquele lugar, fui até o Sabor da Costa. Excelente escolha e sugestão da Aline que sabe onde comer bem. O Jajá, proprietário e assador do restaurante, nos recebeu com uma cachaça das buenas, quase que num ritual de batismo, dos que estréiam com um trago largo pra tirar a poeira da goela.

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Dica: se você pedir, o Jajá autografa e te dá o copo de barro de recordação.

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Por falar em Jajá, não só ele mas todo mundo que atende no Sabor da Costa é bem humorado e faz questão de manter o astral do ambiente pra cima. Entre brincadeiras, piadas e causos, um show à parte da gastronomia é feito ao vivo e sem cobrança de couvert artístico.

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Boa mesmo era a comida. Entramos com estes pastéis de Siri. Não preciso dizer que é frito, né? Pastel assado é coisa de quem vai na churrascaria pra comer salada. O recheio muito bem temperado e molhadinho de um siri refogado com ervas e tomate.

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O Jajá havia comentado sobre o seu “Caviar”, e antes de pedir o prato principal pedi um segundo petisco: Ovas de tainha defumadas. Este prato consiste num par de ovas de tainha defumadas e assadas na brasa, servidas com limão cravo e, pasmem, melado de cana orgânica.

Resgatei a minha infância, é coisa de manezinho colocar melado na comida salgada. E que combinação. Não precisei de muito esforço pra comer o prato inteiro que, como entrada, serve bem três pessoas.

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Para o prato principal, escolhemos o Badejo grelhado. Havia a opção da anchova, mas anchova é coisa de turista. Bom é o badejo, peixe carnudo e saboroso, vizinho da garoupa que vive entocado nas pedras.

Assim como as ovas, foram assados na hora, na nossa frente; pudemos sentir o cheiro daquele peixe assando e atiçando, ainda que com o estômago já bem forrado com as entradas, o paladar que insistia em verter muita saliva.

Acompanha o Badejo grelhado uma porção de arroz branco, pirão de caldo de peixe e batatas fritas. Tudo muito saboroso e cumprimento bem o seu papel.

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Além de boa comida e atendimento impecável, dizer que a vista do restaurante é bonita é sacanagem. Nem mesmo o mal humor do dia a dia passa incólume a um restaurante sobre um deck à beira-mar e um dia lindo de sol.

A conta fechou em R$195 para três pessoas, que comeram muito bem e beberam bastante.

Resta o convite: o verão tá chegando, já não faz tanto frio por aqui. Visitar a Costa da Lagoa torna-se obrigação turística. Escolher o Jajá pra te servir o almoço é uma decisão mais que acertada!

Sabor da Costa

  • Endereço: Rua Geral da Costa da Lagoa, s/n. Costa da Lagoa. Florianópolis.
  • Horário: diariamente para o almoço, exceto em caso de mal tempo que impeça as embarcações de chegarem.
  • Telefone: (48) 3335-3070
  • Aceita cartões: sim

Restaurante Tamarutaca, um achado na Fortaleza da Barra

Vir a Florianópolis e não comer frutos do mar é como ir à Itália e não comer uma pasta, ou como ir na Bahia e não degustar um acarajé. Rodeada por 42 praias e uma costa abençoada pela natureza, Floripa tem com base nos frutos do mar os seus pratos mais típicos, com forte influência dos açorianos que há três séculos aportaram por aqui.

Temos com a ostra, por exemplo, status de maior produtor de mexilhões em cativeiro do país, tecnologia que até hoje é aprimorada pela nossa universidade federal que a cada ano que passa exporta mais e mais exemplares mundo afora. Tanto é verdade que em restaurantes do país já é possível encontrar “Ostras de Florianópolis, assim como assim, no cardápio.

Tamarucata Restaurante
Tamarucata Restaurante

Mas o turista que chega nem sempre tem acesso aos melhores restaurantes, nem todos eles ficam nas famosas rotas gastronômicas da cidade, no eixo Lagoa / Sambaqui. Os de lá também tendem a ser bons, não discordo, mas quase que escondido na Fortaleza da Barra, o Tamarutaca é um dos esteios desta gastronomia e que por um preço honesto e cozinha muito bem apurada fazem os paladares mais acostumados com camarão e outras igurias daqui ficarem em polvorosa.

Aliás, registre-se que Tamarutaca também é um fruto do mar, mais precisamente um crustáceo muito similar à Lagosta que é pescado em alto mar, porém não tem um valor comercial interessante, o que o torna menos valorizado. A Tamburutaca como também é conhecida é a “mãe do camarão”, dizem os pescadores nativos.

Mas o que o Tamarutaca tem que os outros restaurantes não têm?

Ambiente bonito e aconchegante
Ambiente bonito e aconchegante

Honestidade. O Tamarutaca é honesto do início ao sim do serviço, não enfeita demais a comida apesar de ser muito bem apresentada; ela não é excessivamente maquiada com temperos e molhos, embora muito bem temperada e com bons acompanhamentos; não é caro, pelo contrário, tem um preço bastante justo e atrativo; enfim o Tamarutaca passa a ser, com esta visita de descobrimento, um dos meus restaurantes de frutos do mar favoritos.

Assim que cheguei no restaurante fui dar um checkin no Foursquare e vi muitas dicas naquela venue de amigos recomendando o bolinho de siri. Não tinha como ser diferente, pedi o tal bolinho.

Bolinho de Siri
Bolinho de Siri

O bolinho de siri é uma delícia. Diferentemente dos que costumeiramente encontramos por aí, não é massudo, pelo contrário, vem carne de siri de verdade (não deveria ser esse um detalhe, mas é). Uma fina casquinha crocante bem rechado com bastante carne de siri, que a cada mordida manifestada um “hummm” de cada membro da mesa.

Lula à Doré
Lula à Doré

Com medo de acontecer o que geralmente acontece em restaurante de frutos do mar, a comida mais elaborada vir em porções para passarinhos, pedimos também uma porção de Lula à Dorê. Desnecessário em se tratando da quantidade de comida para saciar nossa fome, visto que o prato principal foi bem servido, mas totalmente necessário para retirar mais alguns gemidos provocados pelo paladar. Poucas vezes comi anéis de lula tão bem preparados e empanados como este do Tamarutaca.

Como prato principal nós também aceitamos as sugestões do Foursquare e fomos no Camarão ao Catupiry.

Camarão ao Catupiry
Camarão ao Catupiry

Esse Camarão ao Catupiry do Tamarutaca é daqueles pratos que eu tenho vontade de me levantar da mesa e começar a aplaudir. Ou então sair que nem doido em direção à cozinha e pedir a(o) cozinheira(o) em casamento. O camarão é bem servido, ou seja, tem bastante camarão no prato. É muito bem temperado e preparado, o camarão vem no ponto e todos os ingredientes na medida certa.

Acompanha o camarão ao catupiry uma porção de arroz branco e batata palha.

Café e bolachinhas
Café e bolachinhas

No final não cabia espaço para uma sobremesa mas aceitamos o cafezinho. Inho, aliás, só no nome, porque ele é servido na mesa, em uma garrafa térmica junto com um pote de bolachinhas dessas de feira, que encontramos no largo da Alfândega alguns dias da semana.  Foi um café bem no estilo mané de ser.

O atendimento também é muito bom, não houve erros, todos os pedidos vieram corretamente, os pratos — todos preparados na hora — vieram num tempo bastante interessante e sempre fomos tratados com bastante gentileza.

O preço julguei bastante honesto. Por toda essa comida — e comida boa, diga-se de passagem — gastamos cerca de R$55 por pessoa, com direito a uma caipirinha de cachaça e o café.

Bora lá?

Restaurante Tamarutaca

  • Endereço: Rua Laurindo José de Souza, 663. Fortaleza da Barra, Florianópolis.
  • Telefone: (48) 3232-4035
  • Horário: de segunda a sábado, 11h30 às 15h e das 18h a 0h. Domingos das 11h às 20h.
  • Estacionamento: sim
  • Aceita cartões: sim

70 Receitas de Frutos do Mar para a Semana Santa

O Brasil é um país predominantemente católico. Há quem já discorde disso e com o franchising de igrejas evangélicas crescendo nação afora esse panorama tem mudado um pouco. Entretanto o povo católico também contabiliza os famosos não-praticantes, aqueles que acreditam no cristianismo apostólico romano mas batem um tamborzinho de vez em quando, tomam um passe, ou acreditam numa energia com uma vibe de muita paz, amor e harmonia. Algo como cristais e folhas de arruda, não sei explicar muito bem.

Fato é que somando quem realmente acredita ou quem apenas segue as tradições e gosta dos feriados, ainda somos um pais nada laico e com uma influência forte do vaticano. E além de não permitirem o aborto, o uso de camisinha, o amor entre padres e madres, também não permite-se a ingestão de carne vermelha ou de aves na quaresma inteira (aquele período entre a orgia e o celibato) — ou só na sexta-feira santa e as outras da quaresma, para os menos rídigos (ouvi dizer que se comer a carne e pedir perdão depois dá pra fazer respawn e ganhar mais um life na religião).

Lula à dorê, o meu preferido!
Lula à dorê, o meu preferido!

Ok, já vi que vou pro inferno, então pelo menos compartilho aqui com vocês 70 receitas saborosas de frutos do mar para a semana santa (ou para a quaresma inteira que ainda não terminou).

Peixes – água salgada

Peixes – água doce

Camarões

Lula

Polvo

Mariscos

Ostras

Berbigão

Siri

Caranguejo

Lagosta

Comida simples, gostosa, caseira e desconhecida

Uma das características do crescimento de uma cidade é a profissionalização de suas economias. Na gastronomia não é diferente. Florianópolis, por exemplo, apesar de crescer a passos lentos em números de restaurantes que valem a pena uma visita, já oferece algumas culinárias que há pouco tempo era meio intangível. Em dois toques já fazemos um mapa mental onde podemos comer comida japonesa, mediterrânea, portuguesa, alemã, chinesa, tailandesa, italiana, espanhola e toda a sorte de culinárias mundo afora.

Mas pra atender essas demandas os grandes centros confundem a profissionalização com “afrescalhamento” do seu rol de possibilidades. Há uns dois meses tive vontade de comer algo que era comum na minha infância, uma humilde chuleta na chapa, e me dei conta de que todos as lanchonetes onde isso era possível, fecharam. “Deuzolivre” então procurar um lugar pra se comer um camarão com tempero caseiro, o bom e velho alho e óleo, sem ter um garçom que é ginasta russo dando triplos mortais carpados cuspindo fogo pela venta até chegar a tua mesa com quatrocentos e trinta e oito molhos picantes e suaves que ele tirava da manga após um show pirotécnico de 5 minutos.

Então nas andanças das últimas semanas achei dois restaurantes simples, com atendimento cordial porém simples e resteiro, comida de excelente qualidade, pra matar a fome e agradar o paladar, e ainda por cima poder deixar o cartão do BNDES em casa.

Em Biguaçu, a 20km de Florianópolis, conheci o Rancho do Tchesco, com o Everton.

Rancho do Tchesco
Rancho do Tchesco

Um lugar simples, com instalações rústicas porém aconchegante e receptivo. O Rancho do Thesco serve não só lanches (o famoso xis), como porções de frutos do mar e ela, o carro-chefe da casa, a Chuleta na Tábua:

Chuleta na Tábua
Chuleta na Tábua

Uma porção muito bem servida com 3 ou 4 chuletas pesando no total 1kg, polenta frita, aipim frito, esse pãozinho que é uma delícia, tostado na chapa com a gordura da carne e temperos, farofa caseira e uma deliciosa salada básica.

Salada
Salada

Comemos o Éverton e eu feito leões, mas é uma porção que tranquilamente serve bem 3 pessoas. E o preço não chega nem numa onça, módicos R$38,50 o preço desta iguaria.

O Rancho do Tchesco fica na Rua Julio Bekhauser, 254, no bairro Bom Viver em Biguaçu.

Agora se você prefere um restaurante de frutos do mar, quer comer aquele camarão e um peixinho com o tempero bem caseiro e não quer pagar o preço exorbitante que se paga nas praias de Florianópolis, não tem problema. Na beira do mar, porém na região continental da cidade, existe um restaurante chamado Camarão & Cia. Numa rua quase deserta e pouco visível esconde-se esta maravilha da culinária local, que encontrei com a Fabi Cercal.

Camarão & Cia
Camarão & Cia

Não é difícil você chegar na beira de uma praia e desembolsar 200 reais pra almoçar com seu par. O Camarão & Cia, por ter outra proposta e por não ficar numa badalada praia do litoral floripano, te oferece por bem menos uma refeição tão saborosa quanto. Entre 50 e 80 reais, depende da quantidade de pessoas e ítens na Sequência de Camarão, você come muito bem e com bastante opções na mesa.

Camarão ao bafo, alho e óleo e bolinhos de siri
Camarão ao bafo, alho e óleo e bolinhos de siri

Dois bolinhos de siri, uma porção de ao bafo e camarões ao alho e óleo é o primeiro prato logo após uma salada de entrada.

Camarão Milanesa
Camarão Milanesa
Camarão ensopado
Camarão ensopado

Camarão a milanesa e camarão ensopado também acompanham a sequência.

Filé de linguado ou pescada
Filé de linguado ou pescada

Pra quem não quer só camarão, o prato ainda oferece filé de peixe (linguado ou pescada, você escolhe no pedido) a milanesa.

Acompanhamentos: arroz, feijão e pirão de caldo de peixe
Acompanhamentos: arroz, feijão e pirão de caldo de peixe

E, como não poderia faltar, os acompanhamentos tradicionais: um arroz muito gostoso, bem temperado, feijão e pirão de caldo de peixe.

O Camarão & Cia fica na Rua Ministro Ribeiro Costa, 250 no bairro Estreito, em Florianópolis.