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Café Cultura: muito café, muito bistrô, muito gostoso!

Este é um review feito em duas visitas.

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A primeira foi num domingo à tarde na loja da Lagoa da Conceição, quando estava começando a ficar soterrado no meio de caixas de mudança e precisando respirar novos ares acompanhado de um bom café. Saí com a câmera pra aproveitar corrigir uma injustiça: o único review que o Café Cultura havia ganhado aqui era da unidade do centro, que não existe mais, e que servia um almoço épico ao lado da Praça XV. Mas de café, café mesmo, ainda não havia falado. Falha minha, afinal o café deles é um dos meus preferidos na cidade, principalmente porque é um dos poucos que não monopoliza com a velha e entediante máquina de espresso.

Até por quê, vamos combinar né moçada? Pra saber tirar um bom espresso sem sentir aquele gosto de queimado na boca tem que ralar muito, não adianta por uma boina e achar que é barista. Essa praga inclusive persegue nas padarias, qualquer um liga aquele elefante branco vaporizador. Credo!

Tá, mas tô tergiversando, vamos aos fatos: tarde, domingo, volta na Lagoa, café. Café Cultura.

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Hario? Hario! Aquele breguete branco de porcelana, em espiral, filtro especial pra Hario e um House Blend pra chamar de seu. Dos deuses, parece que ali você sente todas as propriedades e sabores do café. Não só as notas, dá pra chamar de acordes, parece uma música bem tocada quando um café é bem passado. Pra quê tirá-lo na pressão se café é calmaria?

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Pra acompanhar uma torta alemã da casa. Bah, que coisa linda de meu deus!

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Minha torta favorita, meu café predileto, e boa companhia! Boa companhia, inclusive, que tomava esse capuccino italiano, bem feitinho e dosado, sem aquela doçura do brasileiro que usa café de pretexto.

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E o capuccino foi pra acompanhar esse belíssimo panini, que é uma das especialidades gastronômicas da casa. Ele é vegetariano com abobrinha, tomate, alface, queijo… tão gostoso que nem sente-se falta de carne (olha quem fala!).

Ainda vou falar de café mas anota aí: especialidades gastronômicas da casa. Anotou?

Então, este café durou até a noite, entre idas e vindas do filtro do Hario e outros capuccinos, até fechar com estas duas belezinhas.

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Café Latte.

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A segunda etapa surgiu da lacuna entre esta visita, já rascunhada aqui no blog, da minha mudança pra Florianópolis (oi vizinhos!) e de um convite recebido pela Amplocom, das queridas Viviane e Roberta. Era pra ir até a loja da SC-401, que eu ainda não conhecia, experimentar as delícias que o Café Cultura oferece habitualmente. Só que, como acontece todo inverno, o cardápio passa não ter apenas uma, mas várias sopas e cremes, além de outras coisas boas que vou mostrar agora. Lembra que anotou as especialidades gastronômicas? Pois é, elas vão além dos paninis, sanduíches, salgados, doces, tortas… tantas comidas boas que têm por lá e já são conhecidas.

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De cara já vieram estas bruschettas muito saborosas e bem crocantes. Experimentei as de tomate, a famosa pomodori, e a de queijo brie com damascos. Quentinhas, pãozinho crocante, recheio saboroso… daquelas experiências onde a gente já poderia ficar na entrada. Mas é lógico que não. Porque tinha ainda muitas sopas bem saborosas pra comer.

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Essa foi a de mandioquinha com maracujá. Uma mistura que eu jamais teria feito em casa, que eu sequer havia pensado que ficasse boa. O sabor e a textura da mandioquinha com a acidez sutil do maracujá.

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Aipim com camarão também é uma delícia. Um creme robusto mas também delicado de mandioca, camarões grelhados e bem temperados por cima.

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Tem também a tradicional moranga com gengibre. Aquela abóbora bonita e saborosa, a kabotya, que alguns chamam de abóbora japonesa. O gengibre dá o toque oriental e ácido pra levantar ainda mais o sabor dela. Essa, aliás, minha preferida da noite e da vida. Comeria ela todo dia!

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Ainda coube espaço pra esse risoto de champignon, cogumelos muito bem puxados no azeite e um arroz italiano digno de um bom bistrô!

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Acha que faltou espaço? Espere só até ver esta Paçoca latte, um novo  “café” que pode-se ser saboreado como sobremesa. O nome já diz tudo: café com leite e paçoca. Outra delícia que ainda não conhecia.

Por fim, resta dizer que sinto-me agora pleno sabendo que já tenho um review bem completo do Café Cultura por aqui. Difícil a semana em que nenhuma das lojas passe meu cartão. Seja pra um rápido café com algum amigo, seja pra passar algumas horas papeando e filosofando as inquietudes da vida, o Café Cultura é um lugar dos que me sinto em casa, independente da loja que eu vá.

Café Cultura

Rua Manoel Severino de Oliveira, 669, loja 3

(48) 3334-0483

SC 401, Km4 – Espaço Primavera Garden

(48) 3307-9350

Teka Lanches: um lanche gostoso, um lugar inacreditável

Custei a acreditar que a Teka Lanches, um pequeno trailer dentro de um terreno no Balneário do Estreito cobertos por uma tenda vermelha ao lado de uma casa com uma cozinha de apoio, fosse tão grande. Não digo grande de tamanho, o lugar é pequeno até, se tanto tem 10 mesas dentro da parte coberta. Acomoda bem e confortavelmente todos que estão dentro mas vez por outra é necessário aguardar uma mesa.

Falo grande nas atitudes, nos conceitos. Por ser um xis geralmente tendemos acreditar que sentamos, pedimos, comemos e vamos embora. Mas na Teka, não. Há um conjunto de pequenos fatores, pequenas gentilezas que a casa oferece que fazem toda a diferença.

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Primeiro você é recebido com um chazinho. Nas noites frias faz toda a diferença, ainda mais um chá caseiro, feito de capim-limão cultivado no próprio terreno. Primeiro pequeno gesto de grande valor.

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Falar no frio, agora que esta invernia braba já começou a dar as caras ainda no Outono, mantas são colocadas nas mesas pra quem veio desprovido de agasalho necessário pra enfrentar algum vento-Sul que bater ali nas proximidades da praia. Segundo pequeno gesto da casa que mostra o cuidado e o carinho tanto da Teka quanto da Silvana, duas pessoas incríveis que pude conhecer lanchando ali.

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Ainda nas mesas, além do cardápio onde você escolher o que vai comer — e a casa conta com o tradicional xis, com cachorro-quente e com sopas (uma variedade em cada dia da semana) — gibis, livros, revistas e brinquedos desses de testar a sua memória. Não tem WiFi, já diz o aviso acima do chá, mas tem como entreter a criançada e até mesmo adultos (eu quebrei a cabeça pra montar um destes e nem percebi o tempo passar quanto o lanche chegou).

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O lanche também é muito gostoso. Diferentemente do xis no pão redondo ele vem no pão tradicional de cachorro-quente prensado. É o mesmo pão num formato diferente, por isso que o visual não é igual aos demais. Os ingredientes são os mesmos de sempre. Este Xis-Bacon estava muito gostoso. Faz a diferença a qualidade da maionese, leve, saborosa e não deixa aquele gosto residual pesado que comumente vemos. E, claro, é caseira, o que conta milhares de pontos.

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Além disso o lanche é bem servido, sendo até impossível pensar em comer outra coisa.

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Também experimentamos neste dia uma das sopas. Às quintas é servida a Sopa de Feijão com Macarrão. Assim como o lanche é bem servida e é guarnecida de pão tostado na chapa, o molho de maionese, molho de pimenta de uma marca famosa e boa e se você quiser ainda pode pedir mais cheiro-verde pra ir colocando.

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Ainda sobre as sopas, o carinho da Silvana é algo incompreensível. Sabe aquela pessoa que você mal conhece mas já se encanta pelo jeito, pelo fino trato? E juro que nem foi porque ela me ganhou no estômago, seja na qualidade da sopa que ela mesmo prepara, seja por este pequeno mimo que chegou até a mesa. Ela havia recebido uma encomenda de um creme de Abóbora com Carne Seca e ofereceu para alguns convivas uma prova, pra receber um feedback. Mais que aprovada, minha cara, assim como todo o restante da comida do lugar. Vocês estão de parabéns!

Fica agora só a vontade de voltar todos os dias da semana pra experimentar cada uma das sopas e o cachorro-quente que ainda não tive a oportunidade.

Vida longa à Teka Lanches. Lugares assim precisam ser eternos!

Teka Lanches

  • Rua Vereador Batista Pereira, esq. com Sérgio Gil. Balneário do Estreito, Florianópolis.
  • (48) 9929-8189
  • Estacionamento: sim

Pão-por-Deus: o melhor buffet de sopas está de volta!

Das expressões culturais e artísticas que os colonizadores açorianos nos deixaram, o Pão por Deus é uma das que pouco a pouco vão sumindo do conhecimento popular do ilhéu. Aqui na cidade costumava-se fazer quadrinhas com pequenos poemas, rimados ou não, com os mais diversos intuitos: um recado, uma declaração de amor e até mesmo um desaforo era motivo de se fazer um Pão-por-Deus.

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No centro histórico de São José conheci há alguns anos o Restaurante Pão-por-Deus. Ficou famoso na região que já serviu de passagem para a corte real do Brasil nos idos do século XIX e assim como o antigo Café da Corte, está numa casa centenária no centro Histórico de São José. Nos anos passados alguns percalços na vida dos proprietários fizeram com que a casa não abrisse por um tempo até que em 2013 ela fechou as portas. Tamanha foi a minha felicidade ao saber da sua reabertura que fui ontem mesmo, no seu primeiro dia de funcionamento, reconhecer o lugar.

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O Pão-por-Deus tem o melhor buffet de sopas da cidade. Não há outro que chegue aos pés de todo o conjunto que este lugar ofereça. A refeição começa bem antes da comida, na decoração do restaurante. Como o nome enseja, é um resgate histórico da cultura dos açorianos que desembarcaram na região. Desde as quadrinhas de Pão-por-Deus na parede, até os desenhos das panelas de barro onde você se serve, tudo respira a atavismo e aconchego. Fui um dos primeiros a chegar e o último a sair, tamanho é o abraço do lugar que te faz sentir muito à vontade.

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O buffet funciona assim: você paga um valor fixo (R$28,50) e pode desfrutar de forma ilimitada de todas os 13 diferentes tipos de sopas. Mas já deixo uma dica: se você quiser experimentar mais sabores, pegue um pouquinho só de cada, as sopas são fortes, acabando com o mito de que sopa não enche o bucho.

Sopa de Capeletti
Sopa de Capeletti
Vaca Atolada
Vaca Atolada

É possível que uma vez ou outra mude-se algum dos sabores, mas basicamente os mesmos 13 ficarão até o fim do inverno. São eles: Capeletti, Caldo Verde, Canja, Cenoura com gengibre, Ervilhas, Delícia de ovos, Tomate com palmito, Minestra, Creme de alho, Chilli Apimentado e Legumes. Ainda têm dois pratos que tem bastante caldo mas que não são sopas por definição, mas que também são uma excelente pedida neste inverno: o Carreteiro e a Vaca atolada.

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Escolhida a sua sopa, no buffet ao lado vários tipos de pães, alguns temperados, e tijelas de salsinha picada, queijo parmesão ralado e ovo picado pra você incrementar a sua sopa.

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O Pão-por-Deus funcionará de segunda à sexta-feira (fecha aos finais de semana), das 19h às 23h30 e a partir da semana que vem também servirá almoço.

Fica a sugestão da visita, ótima comida, por um preço honesto, num lugar muito bonito e encantador. Uma excelente pedida neste inverno.

Restaurante Pão-por-Deus

  • Rua Xavier Câmara, 125. Centro. São José/SC.
  • (48) 3247-1101
  • Aceita cartões: no dia da visita ainda não haviam instalad o aparato para aceitá-los, mas durante as próximas semanas implantarão o sistema de cartões.

May: Floripa volta a ter um Tailandês

Poderia dizer que a abertura do May ali no Caminho dos Açores vem suprir uma lacuna que existia na gastronomia asiática. De certa forma é verdade mas resumí-lo a isso seria um desrespeito com a idéia que o May traz à Florianópolis: uma fusão das cozinhas Tailandesa, Vietnamita e Malaia, localizado no lugar mais bonito da Rota do Sol Poente, com um ambiente diferenciado e muito agradável, que aquece os olhos e o estômago com sua decoração e especiarias. Muito mais que substituir um antigo tailandês da Lagoa que deixou a cidade órfã nesta gastronomia, o May vem como pioneiro, abrindo picadas.

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Jantar no May é uma experiência diferente. Como já disse, o ambiente é muito bonito. Também pudera, quando o Fernando Daquino se junta com o Bruno Bittencourt pra idealizar um lugar, sabe-se que tudo será perfeito, e um exemplo disso é a também charmosa e confortável Fairyland Cupcakes, onde ladinos como eles se encontram.

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O restaurante conta com um ambiente fechado, luz baixa, com um clima romântico, ao lado de um bar de drinks pra lá de especiais (o próprio Fernando sentia falta de beber um bom Cosmo antes do seu restaurante abrir) e uma área externa com um deck, com vista pro mar e com um clima mais despojado, pra compartilhar amizades e boas conversas.

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O cardápio do May é enxuto, mas muito completo. Traz pratos para agradar a todos os paladares, resistentes ou não a pimenta, respeitando agradavelmtente o ritmo e os gostos de cada um.

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Comecei pelo começo, como não dá pra deixar de ser. Pedi os famosos Goi Cuon (rolinhos vietnamitas). Uma massa transparente de arroz com legumes cortados em tiras por dentro. O molho que acompanha é quem dá o sabor levemente apimentado e cítrico para este quitute.

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Agora a coisa ficou séria mesmo foi quando experimentei o Satay. Quero estar vivo pra ver o tempo em que a tecnologia permitir à Internet a transmissão de cheiros e sabores. Não dá pra explicar o quão saboroso é este espetinho de frango grelhado com este molho de amendoim. Aliás, é um desperdício com o amendoim usá-lo somente in natura ou confeitado com doces. O amendoim é um dos ingredientes mais versáteis da cozinha, vai bem com doce ou salgado, independe da preparação. Este molho é simplesmente divino, de comer rezando e reverenciando o Buda que está localizado entre o restaurante e a praia.

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Como estávamos em amigos blogueiros de gastronomia, cada um deu uma garfada no prato do outro. Em uma delas experimentei uma salada, mais precisamente a Yam Neua, salada de pepino, alface, cebola roxa, coentro e hortelã com tiras de mignon e molho agridoce. Leve pelas hortaliças e ervas, consistente com a carne e o molho, muito saborosa.

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O meu prato principal era algo que já veio definido de casa enquanto via fotos da fanpage deles sendo postadas: Pad Thai. Talvez o prato tailandês mais difundido por estas paragens, experimentei o macarrão tailandês (de arroz) com camarões, cubos de peito de frango salteados, cebolinha, gengibre, broto de feijão e molho de tamarindos. Outra delícia até então desconhecida por mim.

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E o troca-troca de pratos continuava. Experimentei agora um ítem da parte de sopas do menu, a Tom Kha Gai. Uma deliciosa e bem temperada sopa de coco e frango, com gengibre e suco de limão. Foi-se o tempo que tomar uma sopa era uma tarefa difícil para os paladares. A combinação de especiarias mais o adocicado do coco são geniais.

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Alguns pratos você pode escolher a quantidade de pimenta, separados em três níveis do mais fraco para o mais forte. Experimentei o Gang Massaman Mu, ou Curry Amarelo, composto a base de curry amarelo, abacaxi, lombo suíno cozido em leite de coco guarnecido de arroz jasmine.

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Toda essa comilança terminou numa adaptação do Brownie da Maria, que só quem visitou a Fairyland saberá a delícia que é. E agora ele está também no May em toda a sua exuberância de chocolate belga.

Todos os pratos aprovados com louvor, e o Satay eternizado como um dos melhores da vida inteira forever and ever. Aliás, quem comanda a cozinha do May é o chef João Bub, que você já deve conhecer do Bettina Bub Cozinha Artesanal.

O atendimento funciona também lindamente, a todo momento próximo e sem necessidade de aguardar horas por qualquer coisa. Sempre muito gentis seguem a linha de gentileza de todos os integrantes do serviço.

A conta fechou em torno dos R$150. Vale destacar que neste valor não incluem todos os pratos aqui exibidos, porém todos foram experimentados. Estávamos em um grupo de 6 amigos.

Pra você que diz que Florianópolis nunca tem nada diferente pra fazer, uma viagem até a Ásia com o pôr-do-sol de Santo Antônio é algo somente no May, onde os ladinos também se encontram.

May

  • Estrada Caminho dos Açores, 1689. Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis.
  • (48) 9118-8881
  • Funciona de quarta à domingo, das 19h às 0h.
  • Estacionamento, aceita cartões.

Creme de mandioquinha no pão italiano

Compartilho com alguns amigos da opinião de que sopa não enche barriga. Desculpem o jeito meio grosso de falar, mas é verdade. Um xirú com o estômago do tamanho do meu não se rende num pratinho de água rala com verduras e algum resquício de carne. Sopa de gordo é vaca atolada, minestra etc. Coisas que dão sustância e fazem você se sentir de bucho chinchado.

Creme de Mandioquinha
Creme de Mandioquinha

Mas queria comer algo levinho na última noite então achei essa receita: Sopa / Creme de mandioquinha servida no pão italiano.

Fica uma delícia, o pão dá um gostinho especial e o miolo dele pode ser aproveitado pra saborear o prato.

Ingredientes

  • 500g de mandioquinha (eu comprei aquelas de caixinha, pré-cozida, não é fácil achar in natura em mercados)
  • 100g de bacon picado
  • 2 cebolas picadas
  • 2 colheres de manteiga
  • 1 1/2 de água quente (não fervente)
  • 1 tablete de caldo de carne
  • 1 colher de café de pimenta branca
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 colher de chá de noz-moscada ralada
  • 3 pães tipo italiano
  • Azeite de oliva
  • Salsinha picada (caso goste)

Como fazer

Cozinhando o creme
Cozinhando o creme
  1. Em fogo médio, derreta a manteiga.
  2. Acrescente a cebola picada, o bacon picado e a noz-moscada. Deixe dourar bem.
  3. Depois de dourado, acrescente então a mandioquinha, o sal e a pimenta.
  4. Coloque a água quente e deixe cozinhar ainda em fogo médio até que a mandioquinha fique macia.
  5. Feito isso, coloque toda a mistura dentro do liquidificado e bata até fazer um creme homogêneo.
  6. Corte a “tampa” dos pães, retire o miolo deles com os dedos, jogue um fio de azeite de oliva e sirva o creme dentro. Coloque por cima um pouco de salsinha picada caso você goste, serve pra dar um colorido.
O mais trabalhoso é cortar o pão e retirar o miolo com os dedos, o resto é tranquilo
O mais trabalhoso é cortar o pão e retirar o miolo com os dedos, o resto é tranquilo

Dados do prato

  • Tempo de preparo: aprox. 30 min.
  • Rendimento: 3 porções grandes.
  • Dificuldade: Mais fácil que roubar doce de criança
  • Custo total: R$30

PS: o miolo do pão passado no creme é uma boa pedida!